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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
Com isto é que o Sr. Mário Nogueira se devia preocupar

A cegueira dos dirigentes sindicais dos professores é tanta que os impede de ver o que realmente prejudica o processo de educação e a carreira dos professores...

 

Coisas destas nunca deviam acontecer.

 

«« Uma professora da Escola EB 2,3 de Jovim, Gondomar, foi esta sexta-feira agredida a murro, estalada e pontapé por um aluno de 16 anos, tendo recebido tratamento hospitalar.

A agressão terá ocorrido em retaliação por a professora o ter levado à presença do Conselho Executivo, por alegado comportamento incorrecto.

Segundo a agência Lusa, a professor sofreu lesões numa perna e num olho e foi assistida no Hospital de São João, no Porto.

Em declarações à televisão regional Porto Canal, a docente, que exerce há 28 anos, contou que chamou a atenção do aluno quando este se encontrava no perímetro escolar a proferir palavrões."Chamei-o à atenção e ele insultou-me. A partir daí, disse que teria que ir comigo ao Conselho Executivo (CE). Ele resistiu e acabou por ir, enquanto eu fui dar a minha aula", afirmou.

"Finda a aula, e ao passar junto à porta de acesso à sala do CE, ele viu-me, começou a correr para mim desenfreado e agrediu-me com murros, estalos e pontapés, além de partir os óculos", acrescentou. »»

 

In http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1051516

sinto-me: Muito triste
chapado por O homem das obras às 21:37
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Noruega... para pensar

Hoje de manha, enquanto tomava o pequeno almoço e via os meus mails, recebi isto de uma amiga. Decerto que ela renviou de outro mail que recebeu e não posso, portanto, saber quem escreveu esta peça, mas lá que está muito bem, está...


«« Na Noruega, o horário de trabalho começa cedo (às 8 horas) e acaba cedo (às 15.30). As mães e os pais noruegueses têm uma parte significativa dos seus dias para serem pais, para proporcionar aos filhos algo mais do que um serão de televisão ou videojogos. Têm um ano de licença de maternidade e nunca ouviram falar de despedimentos por gravidez.

A riqueza que produzem nos seus trabalhos garante-lhes o maior nível salarial da Europa. Que é também, desculpem-me os menos sensíveis ao argumento, o mais igualitário. Todos descontam um IRS limpo e transparente que não é depois desbaratado em rotundas e estatuária kitsh, nem em auto-estradas (só têm 200 quilómetros dessas «alavancas de progresso»), nem em Expos e Euros.

É tempo de os empresários portugueses constatarem que, na Noruega, a fuga ao fisco não é uma «vantagem competitiva». Ali, o cruzamento de dados «devassa» as contas bancárias, as apólices de seguros, as propriedades móveis e imóveis e as «ofertas» de património a familiares que, em Portugal, país de gentes inventivas, garantem anonimato aos crimes e «confundem» os poucos olhos que se dedicam ao combate à fraude económica.

 

Mais do que os costumeiros «bons negócios», deviam os empresários portugueses pôr os olhos naquilo que a Noruega tem para nos ensinar. E, já agora, os políticos.
Numa crónica inspirada, o correspondente da TSF naquele país, afiança que os ministros não se medem pelas gravatas, nem pela alta cilindrada das suas frotas. Pelo contrário, andam de metro, e não se ofendem quando os tratam por tu. Aqui, cada ministério faz uso de dezenas de carros topo de gama, com vidros fumados para não dar lastro às ideias de transparência dos cidadãos. Os ministros portugueses fazem-se preceder de batedores motorizados, poluem o ambiente, dão maus exemplos e gastam a rodos o dinheiro que escasseia para assuntos verdadeiramente importantes.

Mais: os noruegueses sabem que não se «projecta o nome do país» com despesismos faraónicos, basta ser-se sensato e fazer da gestão das contas públicas um exercício de ética e responsabilidade. Arafat e Rabin assinaram um tratado de paz em Oslo. E, que se saiba, não foi preciso desbaratarem milhões de contos para que o nome da capital norueguesa corresse mundo por uma boa causa."

Até os clubes de futebol noruegueses, que pedem meças aos seus congéneres lusos em competições internacionais, nunca precisaram de pagar aos seus jogadores 400 salários mínimos por mês para que estes joguem à bola.
Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que ali montaram negócios florescentes. Um deles, isolado numa ilha acima do círculo polar Árctico, deixava elogios rasgados à «social-democracia nórdica». Ao tempo para viver e à segurança social.


Ali, naquele país, também há patos-bravos. Mas para os vermos precisamos de apontar binóculos para o céu. Não andam de jipe e óculos escuros. Não clamam por messias nem por prebendas. Não se queixam do «excessivo peso do Estado», para depois exigirem isenções e subsídios.

É tempo de aprendermos que os bárbaros somos nós.
Seria meio caminho andado para nos civilizarmos.
»»

sinto-me: Com pena de não ser norueguês
chapado por O homem das obras às 08:20
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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
Ainda bem que não tenho nenhuma fortuna... infelizmente!

Então o BPP, o banco dos ricaços, está na falência? Ainda bem que não tenho nenhuma fortuna senão estava deveras preocupado...

 

Na realidade, o facto deste banco estar em maus lençóis não me chateia absolutamente nada. Decerto que nenhum dos magnatas que têm dinheiro lá investido ficará na penumbra se não o conseguirem recuperar. O que me chateia, profundamente, são aqueles tipos, pobrezinhos, que ligam para os fóruns das diversas rádios, todos indignados porque existe uma descriminação no tratamento da situação do BPP e a do BPN. Querem comparar os dois bancos? Se eu aparecesse à porta do BPP para abrir uma conta eles ainda se riam na minha cara... Não é certamente por o BPP falir que todo o sistema bancário vai ficar em descrédito.

 

E mais, como é que esses senhores têm a enorme lata de vir pedir o aval para uma garantia de 150.000.000 de euros quando a sua cota, salvo erro medida pela contribuição que cada instituição tem no sistema bancário, não lhes permite mais que 43.000.000 euros. É só 3,5 vezes superior ao que lhes seria concedido, dinheiro que é de todos nós, mesmo que a grande maioria não tenha a mínima hipótese de algum dia abrir conta nesse banco!

 

É preciso muita lata...

 

Deixem-no ir! Algum banqueiro, para pagar favores a alguém ou fazer o jeito a algum amigo, vai acabar por comprar o BPP, com o dinheiro dos seus clientes, e os ricaços acabarão por nunca perder o dinheiro que investiram...

 

sinto-me: ...
chapado por O homem das obras às 23:11
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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008
Ser contra só por ser...

Eu não sou político e nem tenho, sequer, qualquer ambição no que a esse assunto diz respeito. Não escondo, no entanto, que tenho uma orientação política que me rege, ainda que seja só mesmo uma orientação, não me enquadrando no quadro actual de qualquer das forças políticas existentes no nosso "Portugalinho". E vem isto a respeito de quê? É que vinha eu a ouvir as noticias na viagem trabalho/casa, quando uma peça com o Sr. Francisco Louçã sobre as próximas eleições para o município lisboeta me deixa na boca um sabor muito amargo. A determinado ponto do seu discurso, inflamado e reivindicativo como sempre, este Sr. dispara, mais palavra menos palavra, a seguinte frase:


- “nas eleições anteriores concorremos com o António Costa devido ao estado em que se encontrava a câmara e para derrotar o PSD, mas para o ano vamos concorrer contra o PS e o António Costa”...


E eu fiquei cá a pensar para com meu fecho eclãir (não tinha botões à altura), quer dizer, para destronar o que lá estava, salvo erro o Carmona, foram juntos, e agora que o conseguiram e o BE até tem um pelouro, com o Sá Fernandes, o inimigo, visceral, já é o PS? Isto é mesmo ser do contra por ser do contra. Não é por discordar das políticas seguidas pelo executivo, nem por ter um plano de governação extraordinário e radicalmente diferente. E, ainda que o BE tenha servido de exemplo, esta cegueira afecta todos os quadrantes, mas porquê? Não deveria a política servir para o bem comum, para governar o fundo público e melhor servir a população, principalmente numa eleição como as autárquicas?
Enquanto na mente dos nossos políticos estiver em primeiro lugar este tipo de querelas e guerrilha politiqueira, sendo para estes muito mais importante o ser do contra pela diferença de cor do que pela substancia do assunto em apreço, enquanto não existir a vontade de discutir a politica como algo da qual depende todo um país, enquanto tivermos políticos à frente dos destinos deste rectângulozinho, nunca vamos evoluir e deixar os lugares derradeiros nos rankings europeus.

 

Mas se calhar o problema é mesmo esse, termos políticos à frente do país.

 

Talvez a Manuela Ferreira Leite, ainda que estando a ser irónica, tivesse toda razão. Seis meses sem estas preocupações politiqueiras, decorrentes da ditadura, talvez chegassem para colocar este país no carris certos…

sinto-me: Com vontade de pontapear
chapado por O homem das obras às 23:01
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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
Globalidades

Quando é que damos conta que o mundo está realmente a ficar um lugar muito pequeno?

Quando depois de já termos colegas a trabalhar em Espanha, Alemanha, Inglaterra, Angola, Argélia e México, temos mais um amigo que vai em breve para a Dinamarca!

 

PV, porta-te bem e não te distraias com as beldades...

sinto-me: Com muita vontade de viajar
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chapado por O homem das obras às 23:33
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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008
Que me desculpem os meus professores

Não se considere com este post que tenho algo contra os professores, pelo contrário. Recordo com muito carinho todos os professores que me ajudaram no meu caminho. Reconheço, também, o importante papel que todos eles tiveram na moldagem do que é, actualmente, a minha pessoa. Mais ainda! Se hoje tenho a profissão que tenho, devo-o a um professor, que não sendo um profissional exemplar, pelo contrario, foi a inspiração que precisava para escolher o curso que, passado uns anos, viria a frequentar na faculdade.

 

Não tendo nada contra, não posso, contudo, deixar de sentir indignado quando ouço que a esta classe profissional pondera a eventual hipótese de realizar uma greve durante a época de exames nacionais. E logo agora que os professores até tinham conquistado alguma simpatia, extra entenda-se, pelo simples facto de terem optado por realizar as suas acções de luta em dias em que não leccionam, deixando com isso, de prejudicar os seus alunos. Caso optem por essa forma de luta, perderão, certamente, o apoio que ainda vão tendo junto da sociedade em geral, o que sendo mau, é o apenas para a sua própria classe profissional. Muito pior ficarão certamente os alunos que verão as suas mais importantes avaliações, aquelas que lhes permitirão o acesso à faculdade, adiadas. E isto devido à luta, não importa se é justificada ou não, de uma classe profissional. Se se tivesse passado quando eu era aluno não ia ficar nada contente…

 

Mas decerto que os professores ainda vão reconsiderar…

 

sinto-me:
chapado por O homem das obras às 23:58
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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008
Meus queridos professores

Ia hoje a conduzir descansado numa das principais artérias da cidade de Braga, quando “se me enfia pelo olhar a dentro” uma faixa que o carro á frente trazia fixado. A faixa dizia...
- "ASSIM NÃO É POSSÍVEL SER PROFESSOR"

 

De que é que V\ Exas. tanto se queixam? Da falta de consideração a que são sujeitos pela maioria dos restantes intervenientes no processo educativo, alunos e pais. Da falta de condições e de segurança de grande parte dos estabelecimentos de ensino? Do excesso de oferta de cursos na área da educação? Não, nada disso! Tantas manifestações, tanto sururu, apenas porque vão, V\ Exas., ser sujeitos a avaliação.

 

Por favor! Meus senhores, todos os dias, no decorrer da minha actividade profissional, também eu sou avaliado. E, ao contrario de V\ Exas., não sou avaliado por alguém que tenha um nível de formação, sequer, semelhante ao meu... A pessoa que me avalia (a mesma que me contratou e decide se sou ou não merecedor do ordenado que recebo), não tem mais que a quarta classe antiga. Mais! Ao contrário de V\ Exas., a minha avaliação é diária, não se resume a umas quantas visitas por ano. Não percebo, portanto, o motivo para tanta indignação. Podem V\ Exas. se queixar que não escolhem os alunos que vos são atribuídos nem podem controlar as suas intenções de sucesso. Exas., também eu não posso escolher os funcionários com quem trabalho, nem o equipamento que tenho disponível. E como eu, grande parte dos portugueses que assumem posições de responsabilidade nos seus empregos. Não são, pois, V\ Exas., caso único. E não vejo outra classe profissional a queixar-se tanto quanto a vossa.


Se houve tanto empenho na motivação dos alunos como existe nas vossas manifestações, decerto que o sucesso educativo, seria muito superior.

 

Queixem-se daquilo que realmente interessa! Queixem-se da desresponsabilização por parte da maioria dos país no processo educativo. Queixem-se do facto das escolas se terem transformado, essencialmente, num ATL, em vez da instituição onde se ensina. Queixem-se, queixem-se de tudo o que for razoável e têm em mim um apoiante de primeira linha. Agora, se as vossas manifestações se prendem com a vossa recusa em serem avaliados, algo que todos somos no nosso dia a dia, desculpem-me, mas aí só vos posso criticar...

sinto-me: Resingão
música: Another brick on the wall - Pink Floyd
chapado por O homem das obras às 12:55
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Domingo, 16 de Novembro de 2008
País de doutores

 Vivemos num país de doutores!


Aqui no nosso cantinho, qualquer pé descalço quer ser doutor! Será chique? Será sinónimo de inteligência? Será indicativo de substancia económica por parte do portador de tão almejado titulo? A ânsia por deter tamanho prefixo é tanta que existem personagens, algumas até conhecidas do mundo politico curriqueiro, que se auto-intitulam doutores, apesar de nunca terem, sequer, estado inscritos nalgum curso superior. Sinceramente não compreendo a pequenez que obriga as pessoas a ridicularizarem-se deste modo!
Não é chique, porque, lá está, hoje, qualquer pé rapado é doutor. Tem Bacharelato em educação? É doutor! Tem licenciatura em recursos humanos? É doutor!! Tem licenciatura em enfermagem! É doutor!?! Mau... Já começa aqui a confusão!
Infelizmente, também não é sinal de conforto económico, pois é bem conhecida a taxa de desemprego entre licenciados em Portugal.
E, por ultimo, é cada vez menos sinal de inteligência, tamanhas são as facilidades dadas à prole deste país no campo da educação...

 

Não vejo, portanto, nenhuma vantagem em ser doutor, ou pelo menos, fazer uso ostensivo do título, principalmente quando na maioria dos casos é mal empregue. Apenas quem tiver concluído um douturamento é que deve usar o prefixo doutor, excepção feita aos licenciados numa das áreas da medicina, que aliás, mais que licenciaturas, são graduações. Mesmo no estrangeiro é assim. Nos EUA, por exemplo, se tiver um curso de medicina é "doctor", os outros licenciados não são.
Portanto, que me perdoem os advogados (que são, em minha opinião, os piores neste abuso), economistas e demais licenciados, mas da minha boca nunca irão ouvir o amado prefixo antecedendo o vosso nome.

No meio de tudo isto, ainda bem que sou engenheiro...

 

sinto-me: Satisfeito
chapado por O homem das obras às 11:37
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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008
Consciência social

 Li há dias uma notícia em que era referido que a associação de empresários cristãos atribuía à falta de escrúpulos, por parte dos empresários, a responsabilidade pela actual situação da economia mundial.

 

Daaaaaaaahhhhhhh!

 

Mas qual é a novidade? Basta olhar para o exemplo do nosso país. Não foram as grandes empresas, como a Galp (e congéneres) e a maioria dos bancos, as que mais aproveitaram para lucrar com a crise? A Galp, mesmo com os preços do petróleo a mínimos do ano, pelo menos, teima em não fazer corresponder os preços dos combustíveis com os da matéria-prima, argumentando que funciona na base da lei do mercado. Os bancos, até ao BCE decretar a descida na taxa directora, escudaram-se na crise para subir a sua taxa de referência, e consequentemente ir buscar mais uns cobres aos clientes. Numa altura de crise, e de forma a fomentar o investimento, não deveriam ter sido as maiores empresas as primeiras a ceder parte dos seus monstruosos lucros? E não me venham com essa história da falta de liquidez dos bancos… Ainda que alguns, aqueles que mais sofreram com a crise do mercado do sub-prime nos EU, sofressem realmente de falta de liquidez, bancos como o Santander e o Barclays realizaram, ou tentaram, diversos negócios de aquisição de outras entidades financeiras, algo que, não houvesse liquidez, por certo não fariam!

 

Gosto da ideia de empresários, ou empresas, com consciência social, ideia muito provavelmente utópica, tal como o mundo nesse cenário…

 

Tenho pena…

 

sinto-me: Indignado
chapado por O homem das obras às 18:19
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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008
Obras em casa II

 Quando recebemos a notícia da vinda do pintor, apesar do avançado da hora, tratamos logo de deslocar os móveis para o centro das divisões e cobri-los com lençóis velhos. Nos três dias em que o pintor cá andou, a nossa vida foi virada do acesso! A "mais que tudo" teve que fazer da cozinha o escritório. À noite, se queríamos ver alguma TV, tínhamos que deslocar o sofá, descobri-lo, ligar o cabo de alimentação do televisor e o da antena, e só depois é que nos podíamos sentar, com a agravante de no fim ter de repor tudo. Pior era chegar ao quarto e ter a cama no centro da divisão. Muito estranho!


Pronto! Já sei que foram só três dias, mas agora sei o que custa ter a casa em obras...

 

"Toma que é para aprenderes!"

sinto-me: Estranho
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chapado por O homem das obras às 23:10
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