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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009
Oh S. Pedro! Já chega, não?

Não sei se têm reparado, mas há quase 2 semanas que não para de chover! Eu até gosto de chuva, de frio e de neve, mas também já é demais! Duas semanas sem ver um raiozinho de sol!


Se calhar a crise já chegou ao S. Pedro! Será?

 

Entretanto, hoje de manhã, o sol ainda espreitou mas as nuvens tomaram novamente conta do panorama e a chuva já tornou a cair…

 

A situação  está de tal forma que o meu calçado diário passou a ser as minhas botas de montanhismo! 

sinto-me: Molhado
música: Don't Let The Rain Fall Down On Me - The Critters
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chapado por O homem das obras às 21:49
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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009
Há histórias com final feliz...

Ontem, já ao fim do dia, saí da "ronha" e fui dar um passeio curto com a "Mais Que Tudo".
O tempo não convidava a grandes voltas pelo que optei por ir até à marginal de Leça da Palmeira ver as ondas e matar saudades da brisa marítima.

 

Lá chegados, o espectáculo não desapontou. Mar encarpado, bravo como o nosso mar é habitualmente nestes dias de tempestade, e muito vento à mistura. Bonito de apreciar, mas por pouco tempo, pois mesmo o parka estava com dificuldades em travar o frio que teimava em se cravar na pele protegida pela roupa. Foi, pois, pouco o tempo que ficamos ao ar livre, acabando por seguir para uma grande superfície para aquecer o corpo com um cházinho e bolos. Neste percurso vinha a comentar com a "Mais Que Tudo" que o mar estava realmente bravo e que até era perigoso andar ali tão perto do mar, pois uma vaga mais poderosa poderia apanhar alguém. Ela, atenta como sempre, até falou na Foz do Douro, e frisou que aí deveria estar verdadeiramente perigoso.

 

Chego a casa, e quando vou ao site do JN ver as ultimas, lá estava a notícia de um senhor que, na Foz do Douro, tinha sido arrastado para o mar por uma vaga mais violenta, enquanto passeava o seu cão. Dizia a notícia que o senhor foi salvo por populares mas que o fiel amigo, o cão entenda-se, teria morrido afogado. A história, não sendo trágica, porque afinal o senhor foi salvo, tinha me deixado triste. pelo canito, que se calhar, até não fosse o dono a levá-lo para aquele local, nunca teria ido dar o seu passeio para lá.

 

Agora, após o almoço, ao visitar novamente o site do JN, via noticia que afinal o cão se salvou e foi ter a casa do dono. É ou não é um final muito mais bonito para esta história...

 

Acho que aqui  o Bobby merece mais uma dose de Pedigree e um belo afago do dono...

 

sinto-me: AÕ, AÕ!!
música: Baha Men - Who Let The Dogs Out
chapado por O homem das obras às 14:13
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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009
Trinta já cá cantam...

 E prontos, não custou nada....

 

29 anos de espera e cheguei finalmente ao marco dos 30...

Para já, está tudo igual! Será sempre assim?

sinto-me: Um Jovem
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chapado por O homem das obras às 16:32
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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009
O dia em que a neve foi à obra

Hoje foi um dia diferente...

 

Sai de casa à hora do costume. Estava frio, mas nada que fizesse lembrar a tão mencionada vaga de frio. O bolinhas tinha um pouco de gelo no vidro, o que para a altura do ano não é nada de anormal. Dirigi-me para Paredes, onde me aguardava a boleia que me levaria até Baião, bem lá para o interior, mesmo encostadinho à serra do Marão. Andava eu entretido lá pelas serras quando recebo uma mensagem de um familiar que estava para os lados de Braga e que lá estava a nevar…
Não tinha passado mais de 30 minutos, a “Mais Que Tudo” envia-me uma mensagem a dizer que no Porto (no Porto!) estava nevar… Mau! Eu que estava no sitio mais provável de cair alguma neve e lá nada! Eu que até gosto tanto de neve, estava a ser privado desse belo espectáculo!

 

Por volta das 11horas voltei para Paredes. Pelo caminho cruzei-me com alguns camiões vindos do IP4 que tinham a frente carregada de neve. Qual não é o meu espanto quando, na zona de Penafiel, começo a ver cair alguns flocos de neve. Beleza…

Cheguei a Paredes, à obra, e estavam todos abrigados. A neve continuava a cair e, mesmo sem haver grande acumulação no chão, passado algum tempo expostos começava-se a sentir o frio e humidade a penetrar nas roupas. O espectáculo era lindo, mas ansiava por mais. Dirigi-me então para um ponto mais alto do concelho. A queda de neve intensificava-se e o cenário era cada vez mais de sonho. Quando cheguei ao local parecia que estava noutro país, tal era a discrepância daquela paisagem. Algumas fotos e meti-me de novo no carro. Já não foi fácil sair de lá e o percurso para a cidade, que geralmente não demora mais de 5 minutos, demorei mais de 20, não pela falta de pressa mas porque a acumulação de neve a isso obrigava. Como tinha um almoço marcado para mais perto do Porto dirige-me para lá. Não fui pela auto-estrada com medo que esta fosse cortada devido à neve. Asneira!!! A transposição dos pontos mais alto da N15 estava muito complicada, tendo em alguns locais surgido gelo, o que dificultava muito a progressão dos automóveis. No local onde almocei, que não distava mais que 5 quilómetros do sítio em as condições estavam piores, não nevava e ninguém se acreditou no que eu relatei. Almoçamos e voltamos ao trabalho. Passado um pouco liga-me um dos colegas a dizer que estava preso na neve, exactamente no sitio que assinalei como muito difícil (toma que é para a próxima acreditares em mim!)… As condições estavam cada vez piores e acabei por terminar o dia de trabalho mais cedo e mandar o pessoal embora. O percurso para casa foi quase todo acompanhado pela neve, embora o pavimento estivesse razoavelmente circulável. A auto-estrada A4 estava fechada o que obrigou a fazer o (penoso) percurso pela estrada nacional, de resto correu tudo bem. Pior estiveram as carrinhas de transporte do pessoal, que ficaram muito tempo retidas na neve.

 

Bem, ficam aqui uma fotos, tiradas com o telemóvel…

 

A obra debaixo de neve...

 

O bolinha em processo de congelação. A quebra do para-choques não foi hoje!

 

A estrada que descia para Paredes. Compreende-se a demora...

 

Bonito mas perigoso...

sinto-me:
chapado por O homem das obras às 15:44
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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009
Matemática dos militares

Eu gosto de matemática! Sem nunca ter sido grande "espiga" no meus tempos de secundário, foi na faculdade que ganhei o bichinho.

A matemática, sendo uma ciência exacta, permite algum espaço para brincadeiras, e, decerto, foi isso que a Associação Nacional de Sargentos fez quando divulgou este terça-feira um documento onde demonstra que, em 2006, os militares portugueses ganharam, em média, €2.88/hora.

Vamos então escalpelizar as contas destes senhores:
1. o estado, aparentemente, gastou em remunerações €1.160.000.000;
2. consideraram, em média, 20% de desconto sobre o valor acima para os descontos do IRS e SS, o que reduz o valor recebido pelos militares para €928.000.000, o que não parece incorrecto, pecando até, na minha opinião, por escasso;
3. pelas contas desta associação, existem em Portugal 36.780 militares. Dividindo o valor efectivamente pago aos militares pelo seu numero temos €25.231/ano, salário liquido;
4. neste ponto as contas destes senhores começam a ficar interessantes. Como os militares têm um regime de serviço efectivo, toca a dividir os €25.231 por 365 dias. Tudo bem, seja! Cada militar auferiu então, em média, €69;
5. e agora a "pièce de résistance". Serviço efectivo é o considerado 24/7, portanto divide-se os (muito mais que razoáveis!) €69 pelas 24 horas do dia. E, escândalo, chegamos ao valor de €2.88.

 

Tenho que ser sincero, quando li o headline da noticia, fiquei com a ideia que o estado andava a explorar os nossos militares, e fiquei até com um sentimento de compaixão por esta classe profissional. €2.88/hora é menos do que ganha, por exemplo, um servente de obra que trabalhe as 40 horas semanais. No entanto, assim que comecei a ver as premissas que a associação utilizou no seu cálculo, a vontade foi imediatamente de os "mandar acima de Braga".

  

Eu não fui à tropa, e o contacto mais próximo que tive com essa realidade foi quando fui à inspecção. De qualquer modo, penso que quando os militares referem que estão em serviço efectivo, referem-se ao facto de estarem em regime de alerta em caso de emergência nacional. Entendo com isto que um militar não passa as 8.760 horas do ano no quartel. Deverá ter o seu período de férias e as suas licenças de serviço (acho que é assim que se chama às saídas permitidas pelos superiores). Mais, ainda que passe muitos dias no quartel não está as 24 horas do dia em serviço efectivo. Terá certamente os seus períodos para refeições e descanso. Para além disso, os militares esquecem-se que têm um serviço de assistência Médico-Social muito mais favorável que o dos funcionários públicos, que as refeições que fazem nos quartéis são à borla, para alem de que, enquanto estão nos quartéis, têm o chamado "cama e roupa lavada". É, portanto, muito falaciosa a afirmação da associação nacional de sargentos. Porém, como a matemática é uma ciência exacta, a afirmação não deixa de estar incorrecta. Os nossos militares auferem, na realidade, €2.88/hora. Só que se estiverem a dormir, no quartel ou em casa, estão a ganhar €2.88/hora. Se estiverem de férias estão a ganhar €2.88/hora. Se forem passar o fim de semana a casa, com a família, estão a ganhar €2.88/hora. E se estiverem a jogar cartas na messe, continuam a ganhar €2.88/hora...

 

Afinal de contas, €2.88/hora, até nem me parece nada mau!

sinto-me: Com vontade de ir à tropa
chapado por O homem das obras às 21:56
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Sábado, 3 de Janeiro de 2009
Recital de violino

Não me considero uma pessoa culturalmente "chique". Não é que seja um energúmeno que só me interesse por futebol e cervejas, pelo contrário, mas, por exemplo, não leio livros daqueles filosoficamente densos e não compreendo o interesse de peças de teatro intelectualmente muito avançadas. O cinema que aprecio tem que me tocar o coração ou então provocar-me gargalhadas. O meu gosto musical, apesar de abrangente, não será propriamente eclético.

 

No entanto, tento não rejeitar as escassas oportunidades que vão aparecendo e que me permitem alargar os meus horizontes culturais. Um dos mecenas que mais tem contribuído para isso é o meu amigo H. Diga-se que este meu amigo, não contente com as duas licenciaturas, está a terminar um mestrado na área do violino. Geralmente o H convida-nos para actuações de orquestras em que participa, em salas de grande dimensão como o Coliseu do Porto. Desta vez o convite era diferente... Diferente porque tínhamos que nos deslocar a Aveiro, à noite, num dia a meio da semana, e depois porque, desta vez, a actuação era para uma avaliação académica e, apesar de pública, seria num ambiente muito mais intimista. A cereja sobre o bolo era o facto de o H actuar praticamente a solo, sendo apenas acompanhado por um piano, muito diferente do som de orquestra a que estamos habituados.

 

Bem! Estar ali, a menos de 10m de distância do violino e do piano, numa sala com uma boa acústica, é uma sensação indescritível. Não há nenhuma nota engolida pela compressão digital do som nem nenhuma distorção provocada pelas colunas. Os sons que ouvimos são os mais puros que alguma vez poderemos ouvir proveniente da acção de um ser humano. E não é a audição o único sentido estimulado nesta experiência! A cada passo percorre-nos pelo corpo um arrepio causado pela vibração dos instrumentos. A sensação é de tal modo diferente, que nos graves mais profundos do piano, a vibração causada fica a pairar no ar por longos instantes, muito após o som da nota se ter deixado de ouvir.

 

Por esta descrição facilmente se depreende que a experiência sensorial me marcou. Quanto aos temas que foram executados, adorei, mesmo muito, ouvi-los. Quer dizer... Houve um que era um pouquinho radical de mais! Envolvia mesmo partes em que o pianista usava os cotovelos para tocar nas teclas, para além do facto de o H, por diversas vezes, abandonar o arco e usar os dedos para fazer vibrar as cordas do violino. Mas mesmo este tema me prendeu a atenção, tanto pela sua irreverência como pela expectativa criada pelos longos compassos de espera.

 

E assim, tenho que agradecer ao H por, mais uma vez, ter contribuído para o meu desenvolvimento cultural.

 

H, pá, muito obrigado! 

sinto-me: Mais chique! :)
música: "Quasi Una Sonata" - Alfred Schnittke
chapado por O homem das obras às 08:00
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