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Segunda-feira, 30 de Março de 2009
Souto Moura

Então o arquitecto Souto Moura faltou à inauguração da sua obra na ribeira do Porto?!?

 

E porquê?

 

Porque se esqueceu que mudava a hora!!!

 

É mesmo esta a imagem que eu tenho dos arquitectos, sujeitos despassarados que andam alheados do mundo que os rodeia, concentrando-se unicamente nas suas obras! E se calhar, é isso que origina a sua imaginação.

 

Já imaginaram os assistentes dos políticos e os organizadores do evento todos atarantados à procura do Sr. Arquitecto que tarda a aparecer, o Sr. Presidente da Républica à espera? Deve ter sido hilariante!

chapado por O homem das obras às 10:00
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Sexta-feira, 27 de Março de 2009
Omolete de atum

Aalvafaust, sabes o que jantei hoje?!?

 

Omolete de atum... e estava muito boa!!!

Queres a receita???

 

sinto-me: Deliciado
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chapado por O homem das obras às 22:52
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Domingo, 22 de Março de 2009
Marley & eu - a review

Há já uns tempos que eu e a "Mais Que Tudo" não íamos ao cinema... A indisponibilidade de tempo livre e a bela meteorologia que se tem sentido têm nos afastado desses templos do consumismo que são os centros comerciais.


No entanto, a estreia do filme "Marley & eu" surtiu em mim uma vontade de voltar a passar umas horas numa sala de cinema. O livro, apesar de nunca o ter lido, sempre me despertou alguma curiosidade, até porque, um dos meus traumas de criança, foi nunca ter tido um cão como animal de estimação. Como, também, as opiniões que ia ouvindo sobre o livro iam sempre no sentido de ser uma bela história, estava montado um belo cenário que fazia antever um bom momento de descontracção, no escuro e na companhia da "Mais Que Tudo" e das belas das pipocas…


Assim lá fomos, com alguma expectativa! Sem querer adiantar muito, digamos que o filme não desilude e realmente a história é lindíssima, retratando da melhor forma o amor incondicional que um animal pode nutrir pela sua família e vice-versa.


Momentos interessantes do filme:
• quando vão buscar o Marley, o que causa uma sonora exclamação por toda a sala de cinema;
• o final, em que a sala passa a transbordar de choros e fungadelas, provenientes não só das espectadoras femininas (mea culpa).
 

 

Dificilmente um filme me causa tão boa impressão, e embora não seja grande cinéfilo, não posso deixar de o recomendar a todos os que gostem de animais… 
 

 

O filme, contudo, tem um efeito secundário! Se têm, como eu, o desejo de ter um cão como animal de estimação, garanto-vos que quando saírem da sala de cinema a vossa vontade vai ser ir a correr a uma petshop ou canil buscar um cãozinho!!!
 

 

 

P.S. – Afinal as pipocas ficaram na bilheteira, a bem da dieta…
 

sinto-me: emocionado
chapado por O homem das obras às 02:33
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Sábado, 14 de Março de 2009
Omoleta de Quaresma...

Jantar de sexta feira... período de quaresma! O quê, pensavam que era uma omeleta feita pelo Quaresma, o homem do futebol?!? Não!!!

 

Apesar de ter tido uma educação cristã, actualmente não sou praticante, entenda-se, não frequento a igreja e discordo de muitas das ideias da religião. No entanto, respeito o período da Quaresma, e ainda que não cumprindo o jejum, tal como nenhum dos católicos que conheço, evito comer carne nestes dias...

 

Esta semana calhou-me a mim fazer o jantar de sexta feira. Como não tinha nada preparado optei por fazer uma omeleta de vegetais. Utilizei quatro ovos, aos quais juntei cebola picada grosseiramente, cenoura, cogumelos, tomates e azeitonas descaroçadas. Temperei com uma pitada de sal e pimenta. Untei a frigideira com azeite, meti o preparado e por fim cobri com queijo fatiado. Levei ao forno, previamente aquecido, durante mais ou menos 20 minutos. Acompanhado por uma saladinha preparada pela “mais Que Tudo” estava bastante aceitável…

 

Aqui fica uma fotozita, se bem que não faça jus ao sabor…

  

 

P.S. – Digam lá se com o palavreado da descrição não começo a parecer um cozinheiro a sério!
 

 

chapado por O homem das obras às 00:08
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Quarta-feira, 11 de Março de 2009
Se eu não gostar de mim...

Aqui há dias estava a conversar com a "Mais Que Tudo" sobre beleza, conceito de perfeição e outras futilidades que tais, quando ela me revela uma opinião que uma sua amiga tem sobre mim.

Pelos vistos, para aquela miúda, eu não sou uma pessoa bonita (ar de surpresa!), mas que o vou ficando ao longo do tempo. Aqui o meu ego, após a desilusão inicial, ficou mais engraxado, e comecei logo a imaginar que, ao contrário do que a "Mais que Tudo" me vem acusando, que estou mais gordo e balofo, afinal estou a envelhecer e a tornar-me na versão portuguesa do Richard Gere... Talvez com menos cabelo, mas com o charme daquele senhor.


Bem! Aparentemente, esclareceu-me à posteriori a "Mais que Tudo", a rapariga referia-se mais à beleza interior, aos clichés da simpatia e forma de estar na vida, do que propriamente às minhas propriedades de Adónis. :)

Se fiquei desiludido ou chateado? Não! 
Considero-me uma pessoa bem ciente de si mesma. Não tenho problemas de auto-estima (talvez um pouco por excesso), e não me chateio de sobremaneira com o que os outros pensam de mim. 
Não que o ignore ou que não me importe de todo, mas não sobrevalorizo as criticas e tento assimilar da melhor forma os elogios. Como costumo dizer, uma boa massagem ao ego, de vez em quando, só faz bem, tal e qual como o spot de televisão...
SE EU NÃO GOSTAR DE MIM, QUEM GOSTARÁ?

P.S. - No final a "Mais que Tudo" rematou que, cientificamente, as proporções do meu rosto são quase perfeitas com a excepção da linha de testa que, devido à já referida falta de cabelo, é demasiado alta! Obrigado Amor pelo elogio! :D
 

sinto-me: Engraxado
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chapado por O homem das obras às 23:59
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Terça-feira, 10 de Março de 2009
(Micro) Férias de Carnaval #3

Terminando a descrição começada aqui e com continuação aqui...

 

No último dia das nossas micro férias, a vontade de voltar era tanta que invés de optarmos pela auto-estrada, resolvemos seguir a estrada que segue sempre paralela ao Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa de Vicentina! Passamos por Vila do Bispo e Aljezur. Dali seguimos para a praia da Amoreira. Devo dizer que me apaixonei por esta praia. Tem um areal extensíssimo e que ainda recua para o interior ladeado por um rio que desagua na praia. É difícil por em palavras o que senti naquele local, mas só posso dizer que me senti muito bem…

Seguindo um caminho de terra batida que surge logo antes da praia fomos ter ao parque de campismo do Serrão, onde desconfio que ainda vou dormir umas noites este ano para poder desfrutar da praia da Amoreira. Dali fomos à praia do Vale dos Homens, da Carriagem, acabando ainda antes do almoço em Odeceixe, local onde almoçamos, no meu caso uma fraquinha massinha de peixe…

De Odeceixe seguimos para a Zambujeira do Mar, onde fomos controlar o estado da construção do Zmar, que será o primeiro parque de eco-campismo do país! Daí fomos matar saudades de Vila Nova de Mil Fontes, Porto Covo e São Torpes… De São Torpes trouxe a impressão de que o areal está muito menos largo do que estava a alguns anos…

Entramos finalmente na auto-estrada a caminho do Porto, onde chegamos bem mais cedo do que o previsto… Se eu sabia tinha visitado mais uma praias que ficaram por ver…


Resumindo o muito que vi nestes três dias…
A ideia que tinha do Algarve era muito diferente do que encontrei. Não tanto pelas (belas praias. Por exemplo, nunca julguei possível andar numa estrada perto do mar, no Algarve, ladeado por campos e montanha, com verde a perder de vista, sem nenhuma habitação por perto e na companhia de manadas de vacas a pastar calmamente. Praias sem caminhos asfaltados, e que mesmo no verão, desconfio, com muito pouca gente a frequentar, eram cenários para mim altamente improváveis de encontrar. No entanto tal (ainda) é possível! Não que seja um perito no assunto. Do Algarve conheço (agora) as extremidades. Para além da ponta oeste que conheci nestas férias, conheço razoavelmente a extremidade este, desde Vila Real de Santo António até Tavira. O miolo, bem mais frequentado e “chique”, como Albufeira, Faro, Portimão,…, não conheço, e ainda podendo estar a ser injusto, dificilmente gostarei tanto como gostei destes recantos que frequentei nestes dias…

 

chapado por O homem das obras às 23:48
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Segunda-feira, 9 de Março de 2009
(Micro) Férias de Carnaval #2

(Micro) Férias de Carnaval #1

 

Continuando a descrição das (micro) férias de Carnaval… 


No segundo dia começamos novamente na praia da Ingrina, agora para a poder apreciar sobre a luz do sol. Realmente as primeiras impressões confirmaram-se. Interessante foi também a quantidade de auto caravanas, na maioria estrangeiras, que pernoitaram naquele local. Seguimos, a pé, os caminhos de terra que existem, na esperança de encontrar o parque de campismo, mas também para aproveitar o calor e o sol que se faziam sentir. Não encontramos o parque, mas não demos a caminhada por mal empregue, pois a paisagem é extraordinária.


Seguindo até Vila do Bispo e daí para as praias do litoral Oeste. A praia do Castelejo, e da Cordoama foram as que nós visitamos. Ficam ambas bastante afastadas de qualquer sinal de modernidade, apesar de as estradas até lá estarem bem asfaltadas.
Ainda da parte da manha ainda visitamos a praia do Martinhal, onde se está a desenvolver um mega empreendimento turístico, tipo Pedras Del Rey, mas em grande!


Almoçamos com a Fortaleza de Sagres debaixo de olho, tendo seguido para lá terminado o repasto. Nunca julguei que a Fortaleza tivesse tanto para ver, desde as edificações cheias de história até às paisagens naturais, passando pelas furnas, ligações verticais para as grutas onde o mar entra dentro de terra.


Como perdemos um pouco a noção das horas, seguimos sem demora para a praia do Tonel, logo ali junto à Fortaleza. Talvez por já ser difícil ficarmos impressionados depois de tantas e tão belas praias que vimos ao longo dos dois dias de aventura, a praia do Tonel pareceu um pouco… “normal”.


A praia do Beliche, por seu turno, revelou-se uma surpresa. Primeiro porque estava cheia de frequentadores, surfistas e bodyboarders na sua maioria, e talvez por isso o areal era mais acolhedor. Depois, a quantidade assombrosa de degraus que temos que percorrer para aceder e sair da praia, ao ponto de obrigar a paragens para recuperar o fôlego. Pelo menos a vista é bem bonita!


A caminho do Forte de São Vicente, detivemo-nos um pouco junto da Fortaleza de Beliche. Quem entra na fortaleza dificilmente imagina que ali pudesse já ter estado instalado uma pousada de Portugal, mas não é preciso procurar muito para encontrar vestígios bem visíveis dessa realidade. Não sei quais foram os motivos para o abandono da unidade hoteleira mas devia ser bem romântico passar uma noite num local carregado de tanta historia! Como se ainda não tivesses ficado derreados com os degraus da praia do Beliche ainda percorremos um caminho que segue da fortaleza até ao mar.


Finalmente chegados ao Forte de S. Vicente, local onde na antiguidade se pensava que acabava o mundo, batemos com o nariz na porta, pois o museu estava fechado para… obras! Como o sol estava quase a pôr-se voltamos a Sagres onde o pudemos observar. Demos mais umas voltas por Sagres e voltamos para este, acabando o dia na cidade de Lagos, a jantar um prato tipicamente algarvio… uma pizza da Pizza Hut!

chapado por O homem das obras às 22:14
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E esta hein?!? Nem sei se me acredite!

Deambulava eu pela internet quando dei de caras com a seguinte noticia:

 

"Após um dia de pescaria nas imediações de uma praia da costa oeste da Inglaterra, Glen Kerley abriu a barriga dos peixes, como sempre faz antes de os levar para o mercado, e, para sua surpresa, encontrou um telemóvel Nokia dentro de um bacalhau.

O aparelho ainda funcionava e tinha até boa carga de bateria, então o pescador deixou-o ligado, até que alguém telefonou, com o objectivo de contactar aquele que se veio a provar que era o proprietátio do telefone, Andrew Cheatle. Kerley anotou os dados de Cheatle e entrou em contacto, devolvendo o objecto.

Depois do encontro dos dois homens, registado pela imprensa britânica, Cheatle explicou que tinha deixado cair o telemóvel, que foi levado pelas ondas, quando passeava o seu cão, na praia, nunca esperando reencontrar o aparelho e «muito menos ainda a funcionar normalmente».

Apesar de passar uma semana submerso no oceano, o telemóvel esteve sempre ligado e Andrew pôde até consultar as chamadas perdidas enquanto o aparelho esteve na barriga do peixe, o que indica que o telefone tocou várias vezes dentro do bacalhau."   in Diário Digital.

 

Por acaso o meu telemóvel até é Nokia, e a noticia, de inicio, até nem me surpreendeu, pois só assim se compreende que, mesmo com a pancada que tem levado nos quatro anos de vida, o estupor do telemóvel continue ai para as curvas... Agora, será que a barriga do bacalhau  é seca? De que outra forma se explica o aparelho, que é eléctrico, não ter entrado em curto-circuito?!? Cheira-me a golpe publicitário da Nokia...

 

Ei de experimentar meter o meu "bicho" na água a ver se funciona! Se não funcionar, Sr's da Nokia, têm ai uns modelitos topo de gama que são mesmo à minha maneira!

 

 

sinto-me: Tentado a experimentar...
chapado por O homem das obras às 19:53
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Domingo, 8 de Março de 2009
(Micro) Férias de Carnaval #1

Isto uma pessoa não se pode ausentar um dia do "pica boi" que deixa logo de ter um pouquinho de tempo para colocar aqui no blog a descrição das (micro) férias de Carnaval...

Com algum atraso, aqui fica como prometido! Então, partimos para o Algarve já quase meio-dia de sábado, pois a "Mais Que Tudo" ainda trabalhou de manhã. Sempre numa cadência económica, e guiados pelo fiel Ndrive instalado no PDA, chegamos por fim ao almejado destino, o parque de campismo da Ingrina, do qual a "Mais Que Tudo" tinha lido boas "reviews" na internet. Primeira surpresa, e desagradável! O parque estava abandonado... Sim, abandonado, tipo cidade fantasma, apesar de constar nos POI do GPS e no Guia de Campismo. Voltámos atrás e fomos para o parque de campismo da Turiscampo, na Vila da Luz. Ao contrário do que seria, pelo menos para mim, expectável, o parque estava cheio... de ingleses! Lá conseguimos encontrar um cantinho (após duas voltas ao parque) e instalámos a nossa super "Quechua 2 seconds".
Apesar de prevenidos, tinha algum receio do frio que pudesse estar durante a noite, mas os sacos camas portaram-se a 100%, revelando-se mais do que capazes para aventuras nesta altura do ano!

No segundo dia, primeiro verdadeiramente de férias, começamos por visitar a Vila da Luz, lugar malogrado por motivos sobejamente conhecidos. Na realidade, esta colorida vila, faz jus ao nome. O generoso sol inunda de luz todo o casario de cores claras. Descendo em direcção ao mar encontramos uma pequena praia, protegida ao fundo por uma enorme arriba multicolor. Sinceramente, e apesar de estarmos em Fevereiro, não pude deixar de ficar surpreendido com o pitoresco da cena e com o sossego, algo que pensava já não existir no Algarve, apenas levemente manchado pela proliferação de inscrições em inglês nos estabelecimentos comerciais, fazendo-nos até duvidar se estamos realmente em Portugal.
Saindo de Vila da Luz em direcção a Oeste, fomos almoçar a Burgau. Esta é uma aldeia de pescadores pendurada na encosta, muitíssimo sossegada e com um pedacinho de praia bem simpática!
Seguindo caminho, sempre em direcção a oeste, visitamos o forte de Almádena e as praias de Cabanas Velhas, Boca do Rio e Salema. Se as duas primeiras são pequeníssimas baias de pedras roladas, a última tem uma boa extensão de areia, e talvez por isso, é um local mais próximo daquilo que é o Algarve actual, com muitas habitações descaracterizadas e até alguns prédios. No entanto, e apesar da pressão urbanística, Salema mantém ainda algum carácter talvez devido aos pescadores que ai têm a sua base. Como já tínhamos saudades de enfiar os pés na areia acabamos por percorrer todo o areal e aproveitar para jogar a uma espécie de pelota com calhaus rolados.
Como o fim do dia se aproximava seguimos para a praia da Figueira. Sem ter nada a ver, esta praia fez me lembrar aquela que talvez será a minha praia favorita no Algarve, a praia do Barril, na ilha de Tavira. Quem conhece esta praia decerto que se lembrará do belo esticão que temos que dar para lá chegar. Esta praia, da Figueira, é igual, mas sem o comboio para os preguiçosos! Ainda são uns belos 15 minutos de caminhada por entre campos até à praia, mas compensa. 
Logo de seguida uma praia surpresa, pois não vem assinalada nos guias. A praia das Furnas. O caminho para a praia obriga a algum fora de estrada, ligeiro para o nosso bolinhas, mas talvez não tanto para o Volkswagen Scirocco que nos procedeu. Esta praia tem umas pequenas grutas bem românticas, enaltecidas pela cor do sol que entretanto se começava a pôr. 
Já sem sol ainda visitamos a praia do Zavial e terminamos o primeiro dia de exploração na belíssima praia da Ingrina, sentados na esplanada com um “pneu”. Pneu, como a “Mais Que Tudo” teve que explicar ao funcionário é águas das pedras com uma rodela de limão e açúcar…
Rumamos em direcção ao parque de campismo onde jantamos umas “noodles”, bem razoáveis para o trabalho que (não) deram a fazer, à luz da lanterna e sob o relento que já se começava a sentir. Acabamos o dia com uma visita nocturna à Vila da Luz.

Bem… Como o texto já está muito extenso, continuo a descrição no próximo post!
 

chapado por O homem das obras às 21:12
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