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Segunda-feira, 23 de Maio de 2011
Experiência em BTT II

Continuação do post anterior...

 

Na véspera do evento toca a encher os pneus da bicicleta, basicamente a única operação de manutenção que me arrisco a realizar, suporte em cima do carro, capacete (porque era obrigatório!), luvas e calções almofadados (obrigatórios para reduzir os danos nas nádegas!) resgatados das profundezas dos armários e toca a ir dormir porque o domingo ia começar cedo e antevia-se uma boa dose de esforço físico.

 

Perto da hora combinada cheguei ao ponto de encontro e começo a ficar severamente apreensivo. É tudo pessoal muito bem equipado, com bicicletas com grande aspecto,  e pior, com ar de grande experiência naquelas andanças. O aspecto das montadas até nem preocupava muito. A minha, apesar do custo muito modesto, comprada numa promoção da makro, tem um relativo bom aspecto fruto da dupla suspensão, alusão ao facto do quadro ser de alumínio, selectores de mudanças nos punhos e, essencialmente, aos travões de disco em ambas as rodas, coisa que muitas das scott, specialized e afins não tinham. O ar saudável do pessoal é que intimidava. E eu era o único novato no meio deles. Dejà vu... Estava feito!

 

Por fim lá começaram a chegar os restantes maçaricos como eu e a minha expectativa voltou a melhorar. Quando chegou uma senhora numa bicicleta daquelas dadas nos bike tour pensei logo que afinal aquilo não podia ser assim tão difícil.

Avisos da praxe, a achega por parte dos veteranos que aquele percurso iria ser muito mais fácil do que o que eles estão habituados, e lá iniciamos a pedalada num ritmo lento pelo que facilmente andei pela frente.

O percurso desenrolava-se por locais que apesar de pertencerem a um município que conheço relativamente bem e perto de minha casa, cedo dei por mim a rolar em locais totalmente desconhecidos, conseguindo aqui e ali reconhecer alguns pontos de referência. Até que dei por mim totalmente perdido e sem outra hipótese que não seguir o que aquela gente tinha planeado para nós.

 

Apesar da facilidade do percurso até então o grupo ia se fracturando com bastante frequência o que obrigava a algumas paragens para voltar a agrupar o pessoal. Como tinha seguido sem dificuldade no grupo da frente, o que me ia permitindo bastante descanso, comecei a achar que afinal aquilo ia ser canja.

Uma, duas, três desistências e eu seguia sem grande esforço. Mesmo as subidas iam sendo feitas sem deixar os veteranos da frente muito longe. Já com uma hora pedalada, durante mais uma paragem para reagrupamento, lembrei-me de perguntar quantos quilómetros tínhamos feito até então. Pouco mais de oito. Não é que estivesse cansado, mas ao fim de uma hora nem metade tínhamos percorrido, nem um terço sequer...

 

Mais algumas desistências e as paragens começaram  a escassear, as subidas a tornar-se mais frequentes e as pernas a começar a revelar que não estão habituadas a este tratamento. Passamos o marco da metade e em conversa com um dos veteranos este comenta: "isto tá quase! Temos aí umas subidas mais técnicas mas depois é tudo plano."

Com subidas técnicas ele queria dizer subir encostas cravejadas de pedra solta. Uma, outra, e outra pior que as anteriores juntas diversas vezes. Se na primeira ainda esbocei uma fraca vontade de a fazer na bicicleta, gorada ao fim de alguns metros, as outras tratei logo de passar a empurrar a bicicleta de início. Afinal à minha frente mesmo alguns veteranos o faziam desse modo, a grande maioria dos noviços vinha atrás a fazer o mesmo, e andar é algo que faço bem.

 

Ultrapassadas as subidas ditas técnicas, longa paragem para descanso e reagrupamento. Pensava eu que agora ia ser tudo mel. Puro engano! As subidas que iam aparecendo, que alguns minutos antes seriam feitos em terceira ou até quarta, agora queiram uma segunda ou até, se muito extensas, uma primeira. Agora é que ia ser... Pelo menos ainda não sentia dor nas pernas, só cansaço! Paragem para reabastecimento do pessoal veterano, minis, amendoins, e tremoços, num local, pelos vistos, habitual. Resolvi ir buscar um ice tea e ao desmontar da bicicleta sinto aquela nada desejada sensação de dor nos músculos das coxas. Pelo menos já se viam alguns pontos de referência conhecidos pelo que não podíamos estar muito longe. E não, depois de uma estirada sempre a descer faltavam uns dois quilómetros numa subida muito ligeira. Qualquer subida a esta altura do percurso, por muito ligeira que fosse, assemelhava-se à subida ao Monte da Graça. A muito custo lá cheguei ao ponto de partida, junto da grande maioria dos novatos como eu.

 

Quedas ao longo do percurso? Que eu visse só uma e meia. Era tudo gente muito equilibrado e nem as cervejas  provocaram mais momentos de aparato. Aliás, todas as quedas foram antes da paragem de reabastecimento.

 

Empoeirado, cansado mas satisfeito e com o sentimento de tarefa cumprida fui para casa para um merecido abraço da "Mais que Tudo" e um muito necessário banho.

 

Não posso deixar de referir que passei por locais que não fazia ideia existirem tão perto duma cidade como o Porto, de grande beleza natural. De referir as ruínas e o monte de santa Eufémia, na Trofa, penso, lindíssimo e só acessíveis a pé, de btt  ou desse modo mais dispensável, veículo todo o terreno.

 

Por fim, se algum dos veteranos passar por aqui, fica o meu sincero obrigado pelos concelhos e paciência demonstrada.

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chapado por O homem das obras às 17:24
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Domingo, 22 de Maio de 2011
Experiência em BTT

Se existe exercício que gosto de fazer é andar de bicicleta. Nunca levei muito a sério o desporto! Aliás, verdade seja dita, para mim foi sempre muito mais um meio de transporte do que propriamente um desporto.

 

Aqui há dias, saia do ginásio onde vou duas vezes por semana fazer uma hora de natação, para ajudar a combater os quilitos e a barriga que me acusam de estar a acumular, quando me desafiaram para participar num evento de btt. O evento teria duas modalidades:

- uma de quinze quilómetros, de baixa dificuldade;

- uma outra de trinta e dificuldade média.

Fui para casa a pensar naquilo, afinal sempre foi algo que tive curiosidade de experimentar. As minhas experiências em btt resumiam-se a algumas voltas pelas escassas, mas belas, ciclovias do norte do país com a "Mais Que Tudo", e que apesar da extensão, se pautam essencialmente pela ausência de grandes desníveis. Por outro lado não me podia esquecer daquela vez em miúdo, desafiado por um grupo de cicloturistas experientes, quando fiz uma estirada de setenta quilómetros numa manhã. Na altura fartava-me de andar de bicicleta todo o dia e lembro-me que aquele percurso me custou imenso a concluir. Pior foram as dores musculares que advieram do esforço realizado, quase agonizantes. E nessa altura estava, considero eu, numa das minhas melhores formas físicas de sempre. Vá, em minha defesa, diga-se que o percurso foi feito numa bicicleta de montanha de doze contos, moeda antiga, enquanto que os velhotes iam em bicicletas de estrada que custavam mais de uma dúzia de salários mínimos de então.

 

Com esta memória bem presente lá fui meditando sobre o assunto. Se por um lado tinha uma vontade sincera de experimentar um real passeio de btt, por outro tinha receio que a minha forma física fosse insuficiente para fazer face ao esforço requerido, apesar de à mais de um ano que fazer exercício regular e ter evoluído imenso nesse campo.

 

Por fim lá me decidir a ir, afinal sempre era um evento aberto a todos os utilizadores do ginásio e não poderia ser assim tão difícil. Resolvi que me iria inscrever no percurso de quinze quilómetros, para prevenir qualquer coisa má. No momento da inscrição o rapaz até se riu de mim e toca a "obrigar-me" a fazer a de trinta!

 

Estou feito, foi o que de imediato pensei.

 

Continua num post mais à frente.

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chapado por O homem das obras às 16:34
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Sábado, 14 de Maio de 2011
Nós e o mar

Diz se que viemos da água, quando algum vertebrado anfíbio se cansou de viver constantemente molhado.

Somos gerados no líquido amniótico, água. Será por isso que mal chega o calor rumamos para junto do mar, e passamos os dias de ócio tal e qual leões marinhos, adormecidos nas praias, sendo levemente embalados pelo som do mar e aquecidos pelos raios de sol.

 

Por que é que se fazem milhares de quilómetros apenas para ficar mais perto desse berço ancestral?

 

Pessoalmente não sei porque, mas sou um desses.

Sabe tão bem! É relaxante e simultaneamente energizante!

chapado por O homem das obras às 17:44
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Sábado, 7 de Maio de 2011
Orgulho em ser Português? Porquê?!? Por tudo isto...

E aqueles tipos ainda estão com problemas para nos ajudar?!?

chapado por O homem das obras às 10:30
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