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Sábado, 27 de Dezembro de 2008
Guerra do "Esconde esconde"

Gosto muito do Natal! E não é (só) pelo facto de receber presentes... Adoro o ritual de, meses antes, andar a tentar descobrir que presente oferecer às pessoas que mais gosto.
Claro que muito deste processo se foca em torno da Mais Que Tudo e, apesar de me esforçar, não é raro, mesmo em cima da data, não saber ainda o que oferecer.

 

Este ano (e agora que o Natal já passou posso dizê-lo) a decisão foi tomada muito precocemente, talvez ainda em Agosto ou Setembro, mas nem por isso optei por fazer a compra com muita antecedência. Não, não sou o típico português. O problema é que, quanto mais cedo fizer as compras, durante mais tempo vou ter que esconder o presente, e quando se vive no mesmo apartamento é complicado esconder um presente de dimensão, digamos, normal.
Geralmente, a Mais Que Tudo tem queda para o jogo, e consegue esconder os presentes em sítios altamente improváveis, o que aliado à minha contida curiosidade, tem resultado em sucessos repetidos para ela. Eu, pelo contrário, tenho que enfrentar uma ávida curiosidade da Mais Que Tudo, ao que se junta uma clara inaptidão minha para esconder os presentes. Após alguns percalços, resolvi que o melhor é guarda-los em casa de alguns familiares mais próximos, o que tem funcionado!


Este ano aconteceu, no entanto, algo muito engraçado. A Mais Que Tudo, como trabalhou no sábado anterior ao Natal, pediu-me para dar uma arrumadela ao estaminé. Sozinho em casa, sem ninguém a chatear-me sobre a melhor forma de realizar cada tarefa, pus mãos à obra e agarrei a acção com vigor... Fui arrumando umas peças de roupa que deviam estar nos armários à já uns dias, e qual não é a minha surpresa, ao abrir o armário, um daqueles que é muito raro eu abrir, dou de caras com um grande embrulho. Por estar escondido, e pela dimensão, supus imediatamente que era um dos meus presentes! Tenho que ser sincero, fiquei com alguns remorsos por ter descoberto o que a Mais Que Tudo escondeu com afinco, mas também, caramba, não é que andasse à procura! Deixei aquelas peças de roupa e passei para outra tarefa. Quando vou ao guarda-roupa, lá no topo, vejo outro embrulho. Raios! Que pontaria! Não fui "cuscar" o que era, mas senti logo que parte daquele encanto de receber os presentes e apreciar os embrulho no dia de Natal estava já perdido.

 

Claro que aproveitei para contar o sucedido à Mais Que Tudo, pode ser que agora ela se deixe de gabar da sua extraordinária aptidão para esconder presentes… Este ano fui eu o vencedor… e nem me esforcei!

 

Para que conste:
1. Não fiz, nem tencionava fazer, qualquer esforço no sentido de descobrir antecipadamente os presentes;
2. Após a descoberta nunca mais olhei para aqueles nem utilizei qualquer processo que me permitisse descortinar o seu conteúdo;
3. A Mais Que Tudo, apesar de ter diversas suspeitas, só entrou em contacto com os seus presentes no dia de Natal;
4. E por último, não, o embrulho maior não era o Qashqai…

 

sinto-me: Vencedor
chapado por O homem das obras às 21:58
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2 comentários:
De Miss M a 29 de Dezembro de 2008 às 10:32
Eu sou como tu, também não gosto nada de descobrir os presentes antes do momento chave. Para mim, mais de metade da piada é precisamente, aquela altura em que vemos o embrulho e imaginamos as mil e uma coisas que podem ser. Depois o resto, normalmente, é uma desilusão.

Tens de alargar a chaminé, para ver se o qashqai cabe por ali abaixo!
De Alvaro Faustino a 30 de Dezembro de 2008 às 02:27
Quanto mais procuramos, menos encontramos. E quando não temos intenção de encontrar... Puf aí está ele diante dos nossos olhos a reluzir. Boas Entradas em 2009 e sim, não esquecer de atrasar o reloógio 1 segundo.

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