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Domingo, 26 de Outubro de 2008
Férias - Porto/Paris

A nossa aventura começou tarde! Saímos para a estrada passava das 12:30. Almoçamos (ou será lanchamos) à beira da estrada, já em Espanha, ainda antes de Puebla de Sanabria. Como começamos tarde, decidimos pernoitar mais perto do que o planeado. Assim, paramos em Burgos, no Camping "Fuentes Blancas", um parque de 4*, limpo e sossegado. Material instalado (maravilha a tenda Quechua) fomos até à cidade para ver as vistas e comer umas "tapas". Burgos foi uma agradável surpresa. Uma cidade de média dimensão, atravessada por um rio, o que implica muitas (e belíssimas) pontes que fazem a passagem entre os dois lados. Em Burgos, para alem das características ruas e ruelas, ainda visitamos a sua catedral. Terminamos o dia num restaurante típico a satisfazer o apetite.

 

 

No segundo dia, depois de uma noite bem dormida saímos de Burgos pelas dez horas. O céu mais cinzentão e a temperatura amena ajudavam à viagem, com pé mais leve no acelerador devido aos radares. A paisagem mantinha-se, planícies a perder de vista, e só mais perto da fronteira se alterou. Almoçamos perto de San Sebastian. Logo após, aproveitamos para reabastecer de combustível, e em boa hora o fîzemos, pois em França o preço do gasóleo está altíssimo. Como as horas iam passando, o nosso objectivo de chegar a Paris ao segundo dia tornava -se impossível. Assim optámos por ficar num parque na zona de Bordeaux. Optámos pela zona de Pyla-Sur-Mer. Para lá chegarmos tivemos que enfrentar um enorme engarrafamento pois entretanto começou a chover e havia muitos franceses a sair da praia. Pelo caminho ainda paramos numa loja Decathlon para nos tentarmos preparar para a chuva. Chegados a Arcachon, porque não demos com Pyla-Sur-Mer, tivemos que montar o material debaixo de uma chuva muito chata. Tudo pronto, aproveitamos para conhecer a zona. Arcachon, e as suas imediações, é uma zona de praia muito pitoresca com muitas vivendas de luxo. Durante a visita à igreja, fomos abordados por uma rapariga local. Como ela não falava inglês tivemos que nos entender em francês. Sem grande dificuldade conseguimos perceber que, como estávamos nas vésperas do feriado de N. Sra. Da Assunção, iria decorrer ali uma grande procissão, para a qual estávamos a ser convidados. Declinamos o convite e continuamos o nosso passeio. Depois da visita à zona voltamos para o parque aproveitando uma aberta no tempo para preparar o jantar. O parque, apesar de ser de 3*, tem umas instalações sanitárias fraquitas. Primeiro porque são bastante desabrigadas, o que tendo em conta o tempo que se fazia sentir era muito desagradável. Depois porque são mistas, o que causa algum constrangimento. Já durante a noite desabou sobre a zona um enorme temporal com muita chuva e trovoada. Apesar do receio, o material mostrou-se à altura, e apesar do dilúvio no exterior, dentro da tenda estava tudo sequinho.

 

 

Neste dia é que ia ser… A chegada a Paris! Acordamos com um belo mas pouco firme sol. Aproveitamos para arrumar o material, secando a tenda o melhor possível, voltando à estrada rapidamente. Apesar de ameaçar, não apanhamos mais chuva. Por volta da hora de almoço desviamos pelo centro de Tours, uma cidade pequena mas simpática. Como não demos com um restaurante aberto que fosse ao nosso gosto voltamos à auto-estrada e acabamos por almoçar numa estação de serviço. Aí pudemos confirmar a quantidade de famílias muçulmanas que iam também em viagem. Estas distinguiam-se quer pelos trajes típicos das mulheres, quer pelos carros carregados com grandes "trouxas" em cima do tejadilho. Seguindo viagem, já só perto do final da tarde é que, finalmente, avistamos Paris com a sua característica Tour Eiffell ao longe. Após uns enganositos chegamos finalmente ao parque de campismo "Bois de Bologne". No portão do parque estava afixada a "temida" placa de parque completo. Um aborrecimento porque tínhamos que procurar outro parque e uma chatice porque, excepto este, o parque mais próximo de Paris fica a mais de 50km o que ia tornar as visitas à cidade luz muito mais aborrecidas. A “Mais Que Tudo”, contudo, não se importou com o sinal e foi tentar arranjar um cantinho para montarmos a tenda. E arranjou! Apertado e num lugar onde não podíamos ter electricidade, mas que importa? Tínhamos lugar no parque do centro de Paris. Se quiséssemos electricidade, no dia seguinte teríamos que tornar a mudar o material. Por nós tudo bem! Fomos então montar o material no nosso lugar provisório e aproveitar para descansar um pouco. Não havia pressa de visitar Paris, agora que tínhamos finalmente chegado, que estávamos tão perto e tínhamos diversos dias pela frente destinados só a esse desígnio, bem que nos podíamos dar ao luxo de descansar um pouco. Já à noite aproveitamos para dar uma volta pelo parque e desmoer o jantar. Pudemos confirmar a sua excelente localização. Se por um lado faz parte de um dos pulmões da cidade de Paris, por outro confronta com o rio Sena e as suas características "moradias" flutuantes. Ainda durante este passeio pudemos confirmar que, contrariamente ao que supúnhamos, não fomos os únicos portugueses a fazermo-nos à estrada a caminho de Paris, já que no parque estavam acampados pelo menos mais três grupos lusos. Entretanto a “Mais Que Tudo" ”lembrou-se que tinha as baterias da máquina fotográfica descarregadas, pelo que tivemos que ir para a zona das tábuas de passar a ferro fazer tempo enquanto a bateria ia carregando.

chapado por O homem das obras às 23:45
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