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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009
Férias - Lourdes (os Pirinéus)

Talvez um dos pontos mais interessantes de uma visita a Lourdes sejam exactamente os Pirenéus. Com apenas dois dias de férias disponíveis para estas montanhas e com tanto para ver tivemos que ser selectivos. Depois de algum debate lá nos fizemos à estrada...

E que belas estradas há por aquelas paragens...

 

Começamos o primeiro dia com uma visita a um parque zoológico. Aqui, em vez de macacos, leões e outros animais exóticos, fomos recebidos por simpáticas marmotas, que vêm comer à nossa mão, esquilos hiperactivos, cervos esfomeados que até o casaco da "Mais Que Tudo" comem, lobos esquivos e animados ursos, isto sem desprimor para nenhuma das outras espécies típicas dos Pirenéus que ali vivem.

Este parque é, na minha opinião, de visita obrigatória para quem gosta de animais e/ou tem crianças pequenas. E até nem é caro...

 

Dali fomos a Argéles-Gazost, Cauterets e daqui, apesar do nevoeiro, arriscamos subir até à Pont d'Espagne. Este local é lindíssimo, e quando envolto no nevoeiro que se fazia sentir quando lá chegamos, adquire uma aura especialmente misteriosa e até, um pouco, fantasmagórica.

 

No segundo dia rumamos a Fabréges. Objectivo Lac d'Artouste... Aqui, em contraste com o anterior, fomos brindados com um radioso dia de sol. Chegados a Fabréges estacionamos o carro, compramos os nossos ingressos e rapidamente entramos no teleférico que nos levaria até quase os 2000m de altitude.

 

 

Lá em cima tivemos que fazer um pouco de horas para o comboio que nos levaria até ao lago. Aproveitamos para almoçar com belíssimas vistas, pés descalços enfiados na relva, guardados ao longe pelo cão pastor.

 

Chegada a hora embarcamos então no Petit Train, o comboio europeu que circula a maior altitude, atingindo junto ao Lac d'Artouste, os 2000m. O comboio não é nada de extraordinário. 

 

O seu percurso, pelo contrário, é! Circulamos sempre pendurados na montanha, com o vale do Gave aos nossos pés, sendo que por vezes podemos vislumbrar águias, falcões e cavalos.

 

O lago de Artouste é um lago formado pela construção da barragem, e alimentado pelas águas puras e cristalinas da montanha. É de adivinhar a temperatura gélida das águas, ainda assim incapaz de deter os mais determinados em mergulhar, mas a beleza do local excede em muito o que a melhor das máquinas fotográficas possa captar.

 

No regresso, aquando uma das paragens para o cruzamento dos comboios, fomos visitados por umas marmotas mais gulosas que vieram ver o que caia dos comboios... E rapidamente começaram a cair bolachas e pão...

 

Muita coisa ficou por ver, mas certamente voltaremos, talvez mais breve do que possamos imaginar, para podermos visitar o que não conseguimos desta vez...

chapado por O homem das obras às 11:29
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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
Férias - Lourdes (a cidade)

Lourdes, não sendo uma cidade imensa, tem alguns pontos de interesse.

 

Dentro da cidade pudemos visitar diversos museus e atracções directamente ligados ao culto da Nossa Senhora. O museu da natividade, de cera e a pequena Lourdes são disso exemplo.

 

O museu dos Pirinéus, instalado no imponente castelo Fortificado, é um local de visita obrigatória, e permite uma interessantíssima variação do tema religião.

 

Outro ponto de visita obrigatória é o pico do Jer! Sobranceiro à cidade, o pico do Jer oferece uma extraordinária perspectiva de Lourdes e arredores.

 

O acesso a este pico faz-se por um funicular, semelhante ao do Bom Jesus de Braga, que, curiosamente, foi o primeiro funicular eléctrico a ser instalado em França.

 

Ainda no pico do Jer pudemos visitar as grutas. Aqui convêm ter bons conhecimentos de francês, porque o guia escrito (apenas em inglês) omite muitos pontos curiosos que o guia humano vai apontando ao longo da visita. Ah! Mesmo que esteja um dia de calor, o que quando fomos não era de todo o caso, se for objectivo visitar as grutas convêm levar um agasalho porque lá dentro faz muito frio.

 

Nós optamos por comprar o bilhete do comboio turístico que, com cerca de 40% de desconto, permite visitar comodamente todas as atracções turísticas de Lourdes, Pico do Jer incluído (excepção feita às grutas que são pagas à parte). Não deixamos, contudo, de nos embrenhar nas estreitas ruas da cidade e apreciar algumas vistas mais escondidas.

 

Para os apreciadores da noite é que Lourdes não tem muito interesse. Não se pode, no entanto, deixar de assistir à procissão das vela. Este evento diário é algo de transcendental. Tantas pessoas unidas, a fé que se sente, a escuridão, a luz das velas, tudo conta para tornar esse momento especial. Acreditem, por muito ateus que sejam, não deixarão de sentir o calafrio.

chapado por O homem das obras às 12:31
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Terça-feira, 24 de Novembro de 2009
Férias - Lourdes

Contrariamente ao que tem sido norma nas férias anteriores, chegamos ao nosso primeiro destino logo ao segundo dia de viagem. Bênção dos céus, mau presságio ou pura coincidência, fomos recebidos em Lourdes por um dilúvio tamanho que uma vez mais permitiu à nossa pequena tenda Quechua demonstrar a sua qualidade... Nem gota entrou.

 

Realmente, após as estóicas aventuras que a nossa tenda e o bolinhas da "Mais Que Tudo" têm vivido connosco, e a resistência que têm demonstrado, é da mais elementar justiça que aqui apareça uma foto dos dois, no nosso cantinho no parque de campismo Plein Soleil, um parque de campismo pequeno, familiar e muito arranjadinho.

  

Adiante, Lourdes, ao contrário de Compostela, revelou-se uma agradável surpresa. O santuário está inserido no centro de um espaço verde enorme, com jardins muitíssimo bem tratados, e atravessado por um rio de águas pirenaicas cristalinas onde nadam peixes e patos.

Contrastando com a autêntica feira que se vivia dentro do santuário de Compostela, em Lourdes o ambiente era muito mais introspectivo, convidando o visitante à reflexão. E foi isso mesmo o que fizemos. Há já muito tempo que não assistia a uma cerimónia religiosa que não fosse casamentos... e soube-me muito bem, apesar de toda ela ter sido conduzida em francês, e o meu é, digamos, sofrível!

 

Uma curiosidade. A catedral de Lourdes não é muito antiga, e o seu interior é decorado com imensas placas alusivas aos diversos grupos que contribuíram para a sua construção. Uma das que me chamou atenção foi a de um grupo de Portugueses que no dia 19 de Agosto de 1993, 106 anos antes, exactamente no mesmo dia que nós, esteve neste local em peregrinação.

 

Em diversos pontos a história de Lourdes assemelha-se à de Fátima. Também, segundo reza a lenda, Nossa Senhora apareceu à jovem Bernadette enquanto esta andava em busca de lenha com as primas. No entanto, enquanto em Fátima, Nossa Senhora surgiu junto a uma azinheira, em Lourdes apareceu numa gruta, actualmente local de fervorosa romaria. E é compreensivo. Realmente aquele local tem uma "energia" "especial".

 

Lourdes como cidade é simpática, ainda que sofra do excesso de comércio religioso tão característico destas cidades que assentam sobre  um fenómeno desta natureza. Ainda assim consegue atrair, talvez pelo charme que a nacionalidade lhe confere ou pela envolvência dos Pirenéus, sobranceiros.

chapado por O homem das obras às 22:09
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