.ultimas baldadas

. Salário mínimo na Noruega

. Noruega... para pensar

.baldes antigos

. Dezembro 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Agosto 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Agosto 2008

.tags

. 2009

. 2010

. acordo ortográfico

. actualidade

. açúcar

. algarve

. alunos

. aniversario

. ano novo

. arcachon

. arquitectos

. arvore

. automoveis

. avatar

. bacalhau

. bancos

. beleza

. bicicleta

. blog

. brisa

. brisingr

. btt

. burgos

. cabos

. calças de ganga

. cão

. caricato

. carinhos

. carnaval

. casa

. cavaco silva

. cerveja

. cheiro

. chuva

. cinema

. combustiveis

. comida

. condução

. cortes salariais

. cozinha

. crise

. crueldade

. cultura

. decisão

. destaque

. dieta

. doutores

. economia

. edp

. educação

. ego

. elixir bucal

. engenharia

. enqudramente

. ensino

. escola

. europa

. europeias

. familia

. feira do livro

. férias

. festas

. filme

. final feliz

. foto

. funcionarios publicos

. furadouro

. gadjet

. galp

. global

. greve

. halloween

. ice age

. impostos

. indignação

. informatica

. inicio

. leituras

. lourdes

. manifestação

. natal

. neve

. noruega

. obras

. omoleta

. orgulho

. país

. patriotismo

. politica

. portugal

. presente

. professores

. re-inicio

. salário

. salario minimo

. sociedade

. sortudo

. telemovel

. varicela

. verão

. todas as tags

Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011
Salário mínimo na Noruega

Fui surpreendido por uma vaga anormal de visitas, não que isso seja mau, mas é sempre anormal. Achei estranho, e como sabia que não tinha sido destacado, também as visitas não eram assim tantas, à que ir à procura da razão.

 

E para isso nada melhor que o Google Analytics, que depois de devidamente configurado, permite consultar uma panóplia sem fim de estatísticas sobre vários aspectos do nosso site, ou no caso, blog.

 

Acabei por não perceber o motivo do aumento súbito e temporário das visitas, apercebi-me contudo que ao longo dos mais de dois anos de blog a maioria das visitas proveniente do motor de busca google vem à procura do salário mínimo na Noruega (ou Noroega como também alguém pesquisou). Não que tenha alguma coisa a ver com o blog, devendo-se, provavelmente, a um artigo que postei aqui há muito tempo sobre as condições de vida nesse pais escandinavo.

 

Ora, para esses aqui fica a resposta:

 

"Os países escandinavos (Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca) não tem um salário mínimo fixado, sendo, no entanto, paises altamente sindicalizados. Os sindicatos consideram que a fixação de um salário mínimo nacional iria interferir com a negociação colectiva, e poderia até conduzir a uma redução dos salários.

Os países nórdicos preferem ter um acordo colectivo entre sindicatos e empregadores como ponto de referência para os salários, não estabelecido pelo governo. Em alguns casos, particularmente na Dinamarca, diz-se que isso levou a um grau muito forte de cooperação entre empregadores e trabalhadores. « É bastante harmonioso. Há um equilíbrio no nível de compromisso.» " (retirado da forbes magazine).

 

Contudo, e para referência, em 2005, para a indústria o valor de remuneração mínimo por hora rondava os 14€, sendo em a média 18€, e na construção o mínimo estava fixado em  16€, rondando a média, os 21€. Nada mau!

 

Mais informações aqui, aqui, e aqui. Ah! Já agora, um Nok equivale actualmente a 0,128€.

 

Isto é que é serviço publico, hein?!?

chapado por O homem das obras às 07:31
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
Noruega... para pensar

Hoje de manha, enquanto tomava o pequeno almoço e via os meus mails, recebi isto de uma amiga. Decerto que ela renviou de outro mail que recebeu e não posso, portanto, saber quem escreveu esta peça, mas lá que está muito bem, está...


«« Na Noruega, o horário de trabalho começa cedo (às 8 horas) e acaba cedo (às 15.30). As mães e os pais noruegueses têm uma parte significativa dos seus dias para serem pais, para proporcionar aos filhos algo mais do que um serão de televisão ou videojogos. Têm um ano de licença de maternidade e nunca ouviram falar de despedimentos por gravidez.

A riqueza que produzem nos seus trabalhos garante-lhes o maior nível salarial da Europa. Que é também, desculpem-me os menos sensíveis ao argumento, o mais igualitário. Todos descontam um IRS limpo e transparente que não é depois desbaratado em rotundas e estatuária kitsh, nem em auto-estradas (só têm 200 quilómetros dessas «alavancas de progresso»), nem em Expos e Euros.

É tempo de os empresários portugueses constatarem que, na Noruega, a fuga ao fisco não é uma «vantagem competitiva». Ali, o cruzamento de dados «devassa» as contas bancárias, as apólices de seguros, as propriedades móveis e imóveis e as «ofertas» de património a familiares que, em Portugal, país de gentes inventivas, garantem anonimato aos crimes e «confundem» os poucos olhos que se dedicam ao combate à fraude económica.

 

Mais do que os costumeiros «bons negócios», deviam os empresários portugueses pôr os olhos naquilo que a Noruega tem para nos ensinar. E, já agora, os políticos.
Numa crónica inspirada, o correspondente da TSF naquele país, afiança que os ministros não se medem pelas gravatas, nem pela alta cilindrada das suas frotas. Pelo contrário, andam de metro, e não se ofendem quando os tratam por tu. Aqui, cada ministério faz uso de dezenas de carros topo de gama, com vidros fumados para não dar lastro às ideias de transparência dos cidadãos. Os ministros portugueses fazem-se preceder de batedores motorizados, poluem o ambiente, dão maus exemplos e gastam a rodos o dinheiro que escasseia para assuntos verdadeiramente importantes.

Mais: os noruegueses sabem que não se «projecta o nome do país» com despesismos faraónicos, basta ser-se sensato e fazer da gestão das contas públicas um exercício de ética e responsabilidade. Arafat e Rabin assinaram um tratado de paz em Oslo. E, que se saiba, não foi preciso desbaratarem milhões de contos para que o nome da capital norueguesa corresse mundo por uma boa causa."

Até os clubes de futebol noruegueses, que pedem meças aos seus congéneres lusos em competições internacionais, nunca precisaram de pagar aos seus jogadores 400 salários mínimos por mês para que estes joguem à bola.
Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que ali montaram negócios florescentes. Um deles, isolado numa ilha acima do círculo polar Árctico, deixava elogios rasgados à «social-democracia nórdica». Ao tempo para viver e à segurança social.


Ali, naquele país, também há patos-bravos. Mas para os vermos precisamos de apontar binóculos para o céu. Não andam de jipe e óculos escuros. Não clamam por messias nem por prebendas. Não se queixam do «excessivo peso do Estado», para depois exigirem isenções e subsídios.

É tempo de aprendermos que os bárbaros somos nós.
Seria meio caminho andado para nos civilizarmos.
»»

sinto-me: Com pena de não ser norueguês
chapado por O homem das obras às 08:20
link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito
.O Homem das Obras
.pesquisar
 
.Dezembro 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
.subscrever feeds
.Onde vou chapar massa
Nos intas
Sopros de Mar
O pequeno grande viking
Pensamento Aberto
Sem Fru-Frus nem Gaitinhas
Kulcinskaia
Por cá...
Diário de uma dona de casa à beira de um colapso...
Ver para Crer!
Pronúncia do Norte