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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008
Estava aqui a pensar...

Isto de ter sido destacado nesta altura, com a convulsão dos professores e todas as críticas que tenho feito a propósito, não abonará nada na imagem que os ditos ficarão sobre mim...

 

Vamos lá então esclarecer umas coisitas:

  1. pessoalmente não tenho nada contra professores, senão não teria casado com uma (também quando casei ainda não sabia que ela ia enveredar por essa via );
  2. tenho a maior consideração pela classe profissional, pelas suas herculeas tarefas de ensinar o nosso futuro e de muitas vezes, ter que dar educação às crianças, substituindo-se à familia, num papel que não devia ser seu;
  3. como já disse anteriormente, devo a um professor o incentivo para seguir  esta profissão que tanto adoro;
  4. ... pronto... admito que não gosto lá muito de sindicalistas profissionais como o sr. Mário Nogueira e outros que tais, nem da forma como conduzem as massas trabalhadoras como ovelhas, ao sabor dos seus interesses pessoais, e pior, não raras vezes, com motivações politicas ocultas;
  5. e acho que é tudo...

 

Perdoem-me pois os professores pelas palavras menos boas que tenho escrito...

Mas ainda assim, mantenho a minha ideia de que, neste momento, existem problemas muito mais graves na educação do que propriamente a vossa avaliação...

chapado por O homem das obras às 16:02
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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
Com isto é que o Sr. Mário Nogueira se devia preocupar

A cegueira dos dirigentes sindicais dos professores é tanta que os impede de ver o que realmente prejudica o processo de educação e a carreira dos professores...

 

Coisas destas nunca deviam acontecer.

 

«« Uma professora da Escola EB 2,3 de Jovim, Gondomar, foi esta sexta-feira agredida a murro, estalada e pontapé por um aluno de 16 anos, tendo recebido tratamento hospitalar.

A agressão terá ocorrido em retaliação por a professora o ter levado à presença do Conselho Executivo, por alegado comportamento incorrecto.

Segundo a agência Lusa, a professor sofreu lesões numa perna e num olho e foi assistida no Hospital de São João, no Porto.

Em declarações à televisão regional Porto Canal, a docente, que exerce há 28 anos, contou que chamou a atenção do aluno quando este se encontrava no perímetro escolar a proferir palavrões."Chamei-o à atenção e ele insultou-me. A partir daí, disse que teria que ir comigo ao Conselho Executivo (CE). Ele resistiu e acabou por ir, enquanto eu fui dar a minha aula", afirmou.

"Finda a aula, e ao passar junto à porta de acesso à sala do CE, ele viu-me, começou a correr para mim desenfreado e agrediu-me com murros, estalos e pontapés, além de partir os óculos", acrescentou. »»

 

In http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1051516

sinto-me: Muito triste
chapado por O homem das obras às 21:37
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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
Ainda bem que não tenho nenhuma fortuna... infelizmente!

Então o BPP, o banco dos ricaços, está na falência? Ainda bem que não tenho nenhuma fortuna senão estava deveras preocupado...

 

Na realidade, o facto deste banco estar em maus lençóis não me chateia absolutamente nada. Decerto que nenhum dos magnatas que têm dinheiro lá investido ficará na penumbra se não o conseguirem recuperar. O que me chateia, profundamente, são aqueles tipos, pobrezinhos, que ligam para os fóruns das diversas rádios, todos indignados porque existe uma descriminação no tratamento da situação do BPP e a do BPN. Querem comparar os dois bancos? Se eu aparecesse à porta do BPP para abrir uma conta eles ainda se riam na minha cara... Não é certamente por o BPP falir que todo o sistema bancário vai ficar em descrédito.

 

E mais, como é que esses senhores têm a enorme lata de vir pedir o aval para uma garantia de 150.000.000 de euros quando a sua cota, salvo erro medida pela contribuição que cada instituição tem no sistema bancário, não lhes permite mais que 43.000.000 euros. É só 3,5 vezes superior ao que lhes seria concedido, dinheiro que é de todos nós, mesmo que a grande maioria não tenha a mínima hipótese de algum dia abrir conta nesse banco!

 

É preciso muita lata...

 

Deixem-no ir! Algum banqueiro, para pagar favores a alguém ou fazer o jeito a algum amigo, vai acabar por comprar o BPP, com o dinheiro dos seus clientes, e os ricaços acabarão por nunca perder o dinheiro que investiram...

 

sinto-me: ...
chapado por O homem das obras às 23:11
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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008
Ser contra só por ser...

Eu não sou político e nem tenho, sequer, qualquer ambição no que a esse assunto diz respeito. Não escondo, no entanto, que tenho uma orientação política que me rege, ainda que seja só mesmo uma orientação, não me enquadrando no quadro actual de qualquer das forças políticas existentes no nosso "Portugalinho". E vem isto a respeito de quê? É que vinha eu a ouvir as noticias na viagem trabalho/casa, quando uma peça com o Sr. Francisco Louçã sobre as próximas eleições para o município lisboeta me deixa na boca um sabor muito amargo. A determinado ponto do seu discurso, inflamado e reivindicativo como sempre, este Sr. dispara, mais palavra menos palavra, a seguinte frase:


- “nas eleições anteriores concorremos com o António Costa devido ao estado em que se encontrava a câmara e para derrotar o PSD, mas para o ano vamos concorrer contra o PS e o António Costa”...


E eu fiquei cá a pensar para com meu fecho eclãir (não tinha botões à altura), quer dizer, para destronar o que lá estava, salvo erro o Carmona, foram juntos, e agora que o conseguiram e o BE até tem um pelouro, com o Sá Fernandes, o inimigo, visceral, já é o PS? Isto é mesmo ser do contra por ser do contra. Não é por discordar das políticas seguidas pelo executivo, nem por ter um plano de governação extraordinário e radicalmente diferente. E, ainda que o BE tenha servido de exemplo, esta cegueira afecta todos os quadrantes, mas porquê? Não deveria a política servir para o bem comum, para governar o fundo público e melhor servir a população, principalmente numa eleição como as autárquicas?
Enquanto na mente dos nossos políticos estiver em primeiro lugar este tipo de querelas e guerrilha politiqueira, sendo para estes muito mais importante o ser do contra pela diferença de cor do que pela substancia do assunto em apreço, enquanto não existir a vontade de discutir a politica como algo da qual depende todo um país, enquanto tivermos políticos à frente dos destinos deste rectângulozinho, nunca vamos evoluir e deixar os lugares derradeiros nos rankings europeus.

 

Mas se calhar o problema é mesmo esse, termos políticos à frente do país.

 

Talvez a Manuela Ferreira Leite, ainda que estando a ser irónica, tivesse toda razão. Seis meses sem estas preocupações politiqueiras, decorrentes da ditadura, talvez chegassem para colocar este país no carris certos…

sinto-me: Com vontade de pontapear
chapado por O homem das obras às 23:01
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Domingo, 16 de Novembro de 2008
País de doutores

 Vivemos num país de doutores!


Aqui no nosso cantinho, qualquer pé descalço quer ser doutor! Será chique? Será sinónimo de inteligência? Será indicativo de substancia económica por parte do portador de tão almejado titulo? A ânsia por deter tamanho prefixo é tanta que existem personagens, algumas até conhecidas do mundo politico curriqueiro, que se auto-intitulam doutores, apesar de nunca terem, sequer, estado inscritos nalgum curso superior. Sinceramente não compreendo a pequenez que obriga as pessoas a ridicularizarem-se deste modo!
Não é chique, porque, lá está, hoje, qualquer pé rapado é doutor. Tem Bacharelato em educação? É doutor! Tem licenciatura em recursos humanos? É doutor!! Tem licenciatura em enfermagem! É doutor!?! Mau... Já começa aqui a confusão!
Infelizmente, também não é sinal de conforto económico, pois é bem conhecida a taxa de desemprego entre licenciados em Portugal.
E, por ultimo, é cada vez menos sinal de inteligência, tamanhas são as facilidades dadas à prole deste país no campo da educação...

 

Não vejo, portanto, nenhuma vantagem em ser doutor, ou pelo menos, fazer uso ostensivo do título, principalmente quando na maioria dos casos é mal empregue. Apenas quem tiver concluído um douturamento é que deve usar o prefixo doutor, excepção feita aos licenciados numa das áreas da medicina, que aliás, mais que licenciaturas, são graduações. Mesmo no estrangeiro é assim. Nos EUA, por exemplo, se tiver um curso de medicina é "doctor", os outros licenciados não são.
Portanto, que me perdoem os advogados (que são, em minha opinião, os piores neste abuso), economistas e demais licenciados, mas da minha boca nunca irão ouvir o amado prefixo antecedendo o vosso nome.

No meio de tudo isto, ainda bem que sou engenheiro...

 

sinto-me: Satisfeito
chapado por O homem das obras às 11:37
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