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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008
Estava aqui a pensar...

Isto de ter sido destacado nesta altura, com a convulsão dos professores e todas as críticas que tenho feito a propósito, não abonará nada na imagem que os ditos ficarão sobre mim...

 

Vamos lá então esclarecer umas coisitas:

  1. pessoalmente não tenho nada contra professores, senão não teria casado com uma (também quando casei ainda não sabia que ela ia enveredar por essa via );
  2. tenho a maior consideração pela classe profissional, pelas suas herculeas tarefas de ensinar o nosso futuro e de muitas vezes, ter que dar educação às crianças, substituindo-se à familia, num papel que não devia ser seu;
  3. como já disse anteriormente, devo a um professor o incentivo para seguir  esta profissão que tanto adoro;
  4. ... pronto... admito que não gosto lá muito de sindicalistas profissionais como o sr. Mário Nogueira e outros que tais, nem da forma como conduzem as massas trabalhadoras como ovelhas, ao sabor dos seus interesses pessoais, e pior, não raras vezes, com motivações politicas ocultas;
  5. e acho que é tudo...

 

Perdoem-me pois os professores pelas palavras menos boas que tenho escrito...

Mas ainda assim, mantenho a minha ideia de que, neste momento, existem problemas muito mais graves na educação do que propriamente a vossa avaliação...

chapado por O homem das obras às 16:02
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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008
Ser contra só por ser...

Eu não sou político e nem tenho, sequer, qualquer ambição no que a esse assunto diz respeito. Não escondo, no entanto, que tenho uma orientação política que me rege, ainda que seja só mesmo uma orientação, não me enquadrando no quadro actual de qualquer das forças políticas existentes no nosso "Portugalinho". E vem isto a respeito de quê? É que vinha eu a ouvir as noticias na viagem trabalho/casa, quando uma peça com o Sr. Francisco Louçã sobre as próximas eleições para o município lisboeta me deixa na boca um sabor muito amargo. A determinado ponto do seu discurso, inflamado e reivindicativo como sempre, este Sr. dispara, mais palavra menos palavra, a seguinte frase:


- “nas eleições anteriores concorremos com o António Costa devido ao estado em que se encontrava a câmara e para derrotar o PSD, mas para o ano vamos concorrer contra o PS e o António Costa”...


E eu fiquei cá a pensar para com meu fecho eclãir (não tinha botões à altura), quer dizer, para destronar o que lá estava, salvo erro o Carmona, foram juntos, e agora que o conseguiram e o BE até tem um pelouro, com o Sá Fernandes, o inimigo, visceral, já é o PS? Isto é mesmo ser do contra por ser do contra. Não é por discordar das políticas seguidas pelo executivo, nem por ter um plano de governação extraordinário e radicalmente diferente. E, ainda que o BE tenha servido de exemplo, esta cegueira afecta todos os quadrantes, mas porquê? Não deveria a política servir para o bem comum, para governar o fundo público e melhor servir a população, principalmente numa eleição como as autárquicas?
Enquanto na mente dos nossos políticos estiver em primeiro lugar este tipo de querelas e guerrilha politiqueira, sendo para estes muito mais importante o ser do contra pela diferença de cor do que pela substancia do assunto em apreço, enquanto não existir a vontade de discutir a politica como algo da qual depende todo um país, enquanto tivermos políticos à frente dos destinos deste rectângulozinho, nunca vamos evoluir e deixar os lugares derradeiros nos rankings europeus.

 

Mas se calhar o problema é mesmo esse, termos políticos à frente do país.

 

Talvez a Manuela Ferreira Leite, ainda que estando a ser irónica, tivesse toda razão. Seis meses sem estas preocupações politiqueiras, decorrentes da ditadura, talvez chegassem para colocar este país no carris certos…

sinto-me: Com vontade de pontapear
chapado por O homem das obras às 23:01
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