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Sábado, 15 de Janeiro de 2011
Cavaco e o custo da crise

O actual,e candidato a novo mandato, presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, diz que os custos da crise estão mal distribuídos! Ora aí está algo em que ambos concordamos perfeitamente.

 

Se estivessem bem distribuídos nunca os produtos de luxo teriam tido tanta procura como no ano transacto, seja o mercado automóvel, imobiliário ou das viagens de férias.

Se estivessem, políticos, ex políticos, boys e ex boys não passariam praticamente incólumes aos cortes dos vencimentos e veriam substancialmente reduzidas as mordomias que têm à sua disposição.

Se estivessem bem distribuídos não teria que ser a classe média trabalhadora, a maior contribuinte para os cofres do estado, a aguentar sozinha esses custos!

chapado por O homem das obras às 13:30
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Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011
Orgulho em ser Português

Ainda que despropositadamente, nos últimos posts tenho focado o orgulho em ser Português.

 

Não é que tenha sido assolado por uma grave crise de nacionalismo, mas chatea-me profundamente estar sempre a ver denegrir este país que tanto tem de bom! Pode não ter os melhores políticos, tem os que o povo escolheu!Podermos não ter as melhores condições de vida ou a melhor economia, mas até podia ser pior face ao atraso que existia até ao fim do fascismo. Temos gente muito boa e profissionais de excelência em todas as áreas.

 

O país está na situação em que está porque o povo, por desinteresse, preguiça ou desambição assim o quer! Acabamos todos por ser coniventes com todo um conjunto de situações que estão profundamente erradas. É o primo que arranjou um lugar na função pública, numa posição que até não era necessária, porque o pai conhece não sei quem. É o vizinho que recebe o subsídio de desemprego mas anda a ganhar outro tanto a fazer biscates por fora. É o tipo que passa dia no café mas recebe o RSI e recusa todas as oportunidades que lhe aparecem. O político que, mesmo sendo do conhecimento público que é corrupto, continua a ganhar eleições. A empresa que ganha concursos públicos a torto e a direito, de forma desonesta, mas em que a concorrência se cala por receio de retaliação. Enquanto assim for vamos nós, classe média trabalhadora, continuar a perder poder de compra e qualidade de vida, para o estado poder continuar a sustentar este tipo de situações.

 

Mas já me desviei muito do que era o objectivo deste post. Ora bem, dizia eu que andava a falar em orgulho em ser Português e, nem a propósito, ontem o José Mourinho faz mais uma das dele, contrariando o protocolo da cerimónia, expressando-se em língua Portuguesa e exacerbando o orgulho na sua nacionalidade. Ainda bem que existem exemplos destes, a ver se é desta que esta gente desperta.

 

Parabéns Mourinho!

chapado por O homem das obras às 08:40
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Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011
Acordo ortográfico

Só para informar que este blog não respeita, nem respeitará, o acordo ortográfico.

 

Não encontro motivos para o fazer. Porque haveremos nós, Portugueses adaptar a a escrita do lado de lá do atlântico? É a língua Portuguesa, não é brasileira. Então porque raio temos que ser nós a adaptarmo-nos? É mais um acto de perda de orgulho nacional, facto que até nem surpreende, tendo em consideração a baixa estima da maioria da população. Parece que as pessoas têm tendência a se esquecer que Portugal já foi a maior potência mundial, estendendo a sua influência das Américas à Ásia. Apenas um grande povo conseguiria fazer isso, e nós fomos capazes!

 

Os nossos governantes deveriam ter olhado para o exemplo dos ingleses que, apesar da hegemonia e proliferação do inglês americano, mantêm a sua herança linguística. E convivem pacificamente ambas as línguas. Mas o Português não! Não se conteve e foi logo adoptar a maneira de escrever da ex colónia...

 

Quando vejo o canto dos directos da RTP só me apetece insultar o responsável por aquele atentado. Vá lá que os canais ditos sensacionalistas ainda não adoptaram essa mania...

chapado por O homem das obras às 08:27
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Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011
Estado de coisas

Desculpem-me a frontalidade, mas há coisas que me fazem questionar seriamente o sentido que leva a nossa sociedade.

 

Morreu um capitão de Abril, um dos homens que lutou pelo fim da ditadura e mal se fala! Um mariconço qualquer foi assassinado e faz abertura de jornais, tem direito a especiais nos programas da manhã e não se fala em outra coisa!¡!

 

Que raio de sociedade é esta em que vale mais alguém que pouco fez pela evolução do país e que em nada contribuiu para a melhoria das condições de vida da população em detrimento de um homem que teve a coragem (junto com alguns mais, é certo) de lutar contra um regime fascista que atrasou este país várias décadas e que lhe condenou à morte muitos filhos.

É isto que interessa? São estes os valores que queremos ver a prosperar nos nossos jovens? É isto que nos vai ajudar a ultrapassar as adversidades que atravessamos?

 

Eu acho que não, mas também, o que vale a minha opinião? Assim como assim, a mim só me interessa o bem deste país...

chapado por O homem das obras às 00:16
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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
Noruega... para pensar

Hoje de manha, enquanto tomava o pequeno almoço e via os meus mails, recebi isto de uma amiga. Decerto que ela renviou de outro mail que recebeu e não posso, portanto, saber quem escreveu esta peça, mas lá que está muito bem, está...


«« Na Noruega, o horário de trabalho começa cedo (às 8 horas) e acaba cedo (às 15.30). As mães e os pais noruegueses têm uma parte significativa dos seus dias para serem pais, para proporcionar aos filhos algo mais do que um serão de televisão ou videojogos. Têm um ano de licença de maternidade e nunca ouviram falar de despedimentos por gravidez.

A riqueza que produzem nos seus trabalhos garante-lhes o maior nível salarial da Europa. Que é também, desculpem-me os menos sensíveis ao argumento, o mais igualitário. Todos descontam um IRS limpo e transparente que não é depois desbaratado em rotundas e estatuária kitsh, nem em auto-estradas (só têm 200 quilómetros dessas «alavancas de progresso»), nem em Expos e Euros.

É tempo de os empresários portugueses constatarem que, na Noruega, a fuga ao fisco não é uma «vantagem competitiva». Ali, o cruzamento de dados «devassa» as contas bancárias, as apólices de seguros, as propriedades móveis e imóveis e as «ofertas» de património a familiares que, em Portugal, país de gentes inventivas, garantem anonimato aos crimes e «confundem» os poucos olhos que se dedicam ao combate à fraude económica.

 

Mais do que os costumeiros «bons negócios», deviam os empresários portugueses pôr os olhos naquilo que a Noruega tem para nos ensinar. E, já agora, os políticos.
Numa crónica inspirada, o correspondente da TSF naquele país, afiança que os ministros não se medem pelas gravatas, nem pela alta cilindrada das suas frotas. Pelo contrário, andam de metro, e não se ofendem quando os tratam por tu. Aqui, cada ministério faz uso de dezenas de carros topo de gama, com vidros fumados para não dar lastro às ideias de transparência dos cidadãos. Os ministros portugueses fazem-se preceder de batedores motorizados, poluem o ambiente, dão maus exemplos e gastam a rodos o dinheiro que escasseia para assuntos verdadeiramente importantes.

Mais: os noruegueses sabem que não se «projecta o nome do país» com despesismos faraónicos, basta ser-se sensato e fazer da gestão das contas públicas um exercício de ética e responsabilidade. Arafat e Rabin assinaram um tratado de paz em Oslo. E, que se saiba, não foi preciso desbaratarem milhões de contos para que o nome da capital norueguesa corresse mundo por uma boa causa."

Até os clubes de futebol noruegueses, que pedem meças aos seus congéneres lusos em competições internacionais, nunca precisaram de pagar aos seus jogadores 400 salários mínimos por mês para que estes joguem à bola.
Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que ali montaram negócios florescentes. Um deles, isolado numa ilha acima do círculo polar Árctico, deixava elogios rasgados à «social-democracia nórdica». Ao tempo para viver e à segurança social.


Ali, naquele país, também há patos-bravos. Mas para os vermos precisamos de apontar binóculos para o céu. Não andam de jipe e óculos escuros. Não clamam por messias nem por prebendas. Não se queixam do «excessivo peso do Estado», para depois exigirem isenções e subsídios.

É tempo de aprendermos que os bárbaros somos nós.
Seria meio caminho andado para nos civilizarmos.
»»

sinto-me: Com pena de não ser norueguês
chapado por O homem das obras às 08:20
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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008
Está confirmado! Afinal Portugal não é Europa...

 Extracto desta noticia do JN:

 

"Os donos da "The Gold Shop" fazem compras em toda a Europa - vão regularmente à Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Alemanha e Finlândia -, mas Portugal é um dos países onde mais gostam de comprar, devido à boa qualidade do ouro. "É melhor do que o europeu", explica Ian..."

 

Está visto! Os outros europeus não nos consideram um pais europeu de pleno direito. Seremos o quê, África? Se calhar já faltou mais...

sinto-me: Triste
chapado por O homem das obras às 08:02
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