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Domingo, 22 de Março de 2009
Marley & eu - a review

Há já uns tempos que eu e a "Mais Que Tudo" não íamos ao cinema... A indisponibilidade de tempo livre e a bela meteorologia que se tem sentido têm nos afastado desses templos do consumismo que são os centros comerciais.


No entanto, a estreia do filme "Marley & eu" surtiu em mim uma vontade de voltar a passar umas horas numa sala de cinema. O livro, apesar de nunca o ter lido, sempre me despertou alguma curiosidade, até porque, um dos meus traumas de criança, foi nunca ter tido um cão como animal de estimação. Como, também, as opiniões que ia ouvindo sobre o livro iam sempre no sentido de ser uma bela história, estava montado um belo cenário que fazia antever um bom momento de descontracção, no escuro e na companhia da "Mais Que Tudo" e das belas das pipocas…


Assim lá fomos, com alguma expectativa! Sem querer adiantar muito, digamos que o filme não desilude e realmente a história é lindíssima, retratando da melhor forma o amor incondicional que um animal pode nutrir pela sua família e vice-versa.


Momentos interessantes do filme:
• quando vão buscar o Marley, o que causa uma sonora exclamação por toda a sala de cinema;
• o final, em que a sala passa a transbordar de choros e fungadelas, provenientes não só das espectadoras femininas (mea culpa).
 

 

Dificilmente um filme me causa tão boa impressão, e embora não seja grande cinéfilo, não posso deixar de o recomendar a todos os que gostem de animais… 
 

 

O filme, contudo, tem um efeito secundário! Se têm, como eu, o desejo de ter um cão como animal de estimação, garanto-vos que quando saírem da sala de cinema a vossa vontade vai ser ir a correr a uma petshop ou canil buscar um cãozinho!!!
 

 

 

P.S. – Afinal as pipocas ficaram na bilheteira, a bem da dieta…
 

sinto-me: emocionado
chapado por O homem das obras às 02:33
link do post | favorito
De Miss M a 23 de Março de 2009 às 11:49
Não posso deixar de comentar este teu post, precisamente por ter uma opinião tão contrária à tua. Talvez porque não leste o livro, ou porque nunca tiveste um cão...
Já vi o filme e a minha desilusão foi imensa. O filme não devia chamar-se "Marley e eu", mas sim: "Eu, a Jenny, os nossos filhos e um cão que andava por ali, chamado Marley." O destaque que dão ao cão, no filme, não tem nada a ver com o livro. Acho que limitaram-se a colocar os disturbios que o Marley fazia e não conseguiram exprimir a verdadeira ligação que existe entre o autor e o Marley. No livro isso está estampado e, quem já teve um cão, sabe que o amor que nutrimos por ele (e ele por nós) é muito mais do que a aceitação de uma infinidade de tropelias que o cão faça. O próprio cartaz de publicidade do filme o demonstra: o cão está ali num canto, quase nem se vê!
Concordo numa coisa: os momentos interessantes do filme. E eu também chorei baba e ranho.
Mas, please, não vás a uma pet shop comprar um cão... Há tantos por aí, em canis, a precisarem de donos...
De O homem das obras a 23 de Março de 2009 às 15:17
Pois... lá está! Por isso é que eu gosto de ler os livros antes de ver o filme, e assim posso criar a minha própria ideia do que o autor escreveu, enquanto que quando vamos ver só o filme acabamos por nos cingir à ideia do realizador... Mas ainda vou comprar o livro... quando acabar o Brisingr, estupor de livro mais comprido!

Agora, quanto a ir buscar um canito, de certeza que será num canil... principalmente depois de ter visto na Oprah a reportagem sobre as quintas de cachorros!
De Miss M a 23 de Março de 2009 às 17:30
Também vi essa reportagem. É horrivel pensar que esse tipo de coisas existe.
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