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Terça-feira, 10 de Março de 2009
(Micro) Férias de Carnaval #3

Terminando a descrição começada aqui e com continuação aqui...

 

No último dia das nossas micro férias, a vontade de voltar era tanta que invés de optarmos pela auto-estrada, resolvemos seguir a estrada que segue sempre paralela ao Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa de Vicentina! Passamos por Vila do Bispo e Aljezur. Dali seguimos para a praia da Amoreira. Devo dizer que me apaixonei por esta praia. Tem um areal extensíssimo e que ainda recua para o interior ladeado por um rio que desagua na praia. É difícil por em palavras o que senti naquele local, mas só posso dizer que me senti muito bem…

Seguindo um caminho de terra batida que surge logo antes da praia fomos ter ao parque de campismo do Serrão, onde desconfio que ainda vou dormir umas noites este ano para poder desfrutar da praia da Amoreira. Dali fomos à praia do Vale dos Homens, da Carriagem, acabando ainda antes do almoço em Odeceixe, local onde almoçamos, no meu caso uma fraquinha massinha de peixe…

De Odeceixe seguimos para a Zambujeira do Mar, onde fomos controlar o estado da construção do Zmar, que será o primeiro parque de eco-campismo do país! Daí fomos matar saudades de Vila Nova de Mil Fontes, Porto Covo e São Torpes… De São Torpes trouxe a impressão de que o areal está muito menos largo do que estava a alguns anos…

Entramos finalmente na auto-estrada a caminho do Porto, onde chegamos bem mais cedo do que o previsto… Se eu sabia tinha visitado mais uma praias que ficaram por ver…


Resumindo o muito que vi nestes três dias…
A ideia que tinha do Algarve era muito diferente do que encontrei. Não tanto pelas (belas praias. Por exemplo, nunca julguei possível andar numa estrada perto do mar, no Algarve, ladeado por campos e montanha, com verde a perder de vista, sem nenhuma habitação por perto e na companhia de manadas de vacas a pastar calmamente. Praias sem caminhos asfaltados, e que mesmo no verão, desconfio, com muito pouca gente a frequentar, eram cenários para mim altamente improváveis de encontrar. No entanto tal (ainda) é possível! Não que seja um perito no assunto. Do Algarve conheço (agora) as extremidades. Para além da ponta oeste que conheci nestas férias, conheço razoavelmente a extremidade este, desde Vila Real de Santo António até Tavira. O miolo, bem mais frequentado e “chique”, como Albufeira, Faro, Portimão,…, não conheço, e ainda podendo estar a ser injusto, dificilmente gostarei tanto como gostei destes recantos que frequentei nestes dias…

 

chapado por O homem das obras às 23:48
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Segunda-feira, 9 de Março de 2009
(Micro) Férias de Carnaval #2

(Micro) Férias de Carnaval #1

 

Continuando a descrição das (micro) férias de Carnaval… 


No segundo dia começamos novamente na praia da Ingrina, agora para a poder apreciar sobre a luz do sol. Realmente as primeiras impressões confirmaram-se. Interessante foi também a quantidade de auto caravanas, na maioria estrangeiras, que pernoitaram naquele local. Seguimos, a pé, os caminhos de terra que existem, na esperança de encontrar o parque de campismo, mas também para aproveitar o calor e o sol que se faziam sentir. Não encontramos o parque, mas não demos a caminhada por mal empregue, pois a paisagem é extraordinária.


Seguindo até Vila do Bispo e daí para as praias do litoral Oeste. A praia do Castelejo, e da Cordoama foram as que nós visitamos. Ficam ambas bastante afastadas de qualquer sinal de modernidade, apesar de as estradas até lá estarem bem asfaltadas.
Ainda da parte da manha ainda visitamos a praia do Martinhal, onde se está a desenvolver um mega empreendimento turístico, tipo Pedras Del Rey, mas em grande!


Almoçamos com a Fortaleza de Sagres debaixo de olho, tendo seguido para lá terminado o repasto. Nunca julguei que a Fortaleza tivesse tanto para ver, desde as edificações cheias de história até às paisagens naturais, passando pelas furnas, ligações verticais para as grutas onde o mar entra dentro de terra.


Como perdemos um pouco a noção das horas, seguimos sem demora para a praia do Tonel, logo ali junto à Fortaleza. Talvez por já ser difícil ficarmos impressionados depois de tantas e tão belas praias que vimos ao longo dos dois dias de aventura, a praia do Tonel pareceu um pouco… “normal”.


A praia do Beliche, por seu turno, revelou-se uma surpresa. Primeiro porque estava cheia de frequentadores, surfistas e bodyboarders na sua maioria, e talvez por isso o areal era mais acolhedor. Depois, a quantidade assombrosa de degraus que temos que percorrer para aceder e sair da praia, ao ponto de obrigar a paragens para recuperar o fôlego. Pelo menos a vista é bem bonita!


A caminho do Forte de São Vicente, detivemo-nos um pouco junto da Fortaleza de Beliche. Quem entra na fortaleza dificilmente imagina que ali pudesse já ter estado instalado uma pousada de Portugal, mas não é preciso procurar muito para encontrar vestígios bem visíveis dessa realidade. Não sei quais foram os motivos para o abandono da unidade hoteleira mas devia ser bem romântico passar uma noite num local carregado de tanta historia! Como se ainda não tivesses ficado derreados com os degraus da praia do Beliche ainda percorremos um caminho que segue da fortaleza até ao mar.


Finalmente chegados ao Forte de S. Vicente, local onde na antiguidade se pensava que acabava o mundo, batemos com o nariz na porta, pois o museu estava fechado para… obras! Como o sol estava quase a pôr-se voltamos a Sagres onde o pudemos observar. Demos mais umas voltas por Sagres e voltamos para este, acabando o dia na cidade de Lagos, a jantar um prato tipicamente algarvio… uma pizza da Pizza Hut!

chapado por O homem das obras às 22:14
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Domingo, 8 de Março de 2009
(Micro) Férias de Carnaval #1

Isto uma pessoa não se pode ausentar um dia do "pica boi" que deixa logo de ter um pouquinho de tempo para colocar aqui no blog a descrição das (micro) férias de Carnaval...

Com algum atraso, aqui fica como prometido! Então, partimos para o Algarve já quase meio-dia de sábado, pois a "Mais Que Tudo" ainda trabalhou de manhã. Sempre numa cadência económica, e guiados pelo fiel Ndrive instalado no PDA, chegamos por fim ao almejado destino, o parque de campismo da Ingrina, do qual a "Mais Que Tudo" tinha lido boas "reviews" na internet. Primeira surpresa, e desagradável! O parque estava abandonado... Sim, abandonado, tipo cidade fantasma, apesar de constar nos POI do GPS e no Guia de Campismo. Voltámos atrás e fomos para o parque de campismo da Turiscampo, na Vila da Luz. Ao contrário do que seria, pelo menos para mim, expectável, o parque estava cheio... de ingleses! Lá conseguimos encontrar um cantinho (após duas voltas ao parque) e instalámos a nossa super "Quechua 2 seconds".
Apesar de prevenidos, tinha algum receio do frio que pudesse estar durante a noite, mas os sacos camas portaram-se a 100%, revelando-se mais do que capazes para aventuras nesta altura do ano!

No segundo dia, primeiro verdadeiramente de férias, começamos por visitar a Vila da Luz, lugar malogrado por motivos sobejamente conhecidos. Na realidade, esta colorida vila, faz jus ao nome. O generoso sol inunda de luz todo o casario de cores claras. Descendo em direcção ao mar encontramos uma pequena praia, protegida ao fundo por uma enorme arriba multicolor. Sinceramente, e apesar de estarmos em Fevereiro, não pude deixar de ficar surpreendido com o pitoresco da cena e com o sossego, algo que pensava já não existir no Algarve, apenas levemente manchado pela proliferação de inscrições em inglês nos estabelecimentos comerciais, fazendo-nos até duvidar se estamos realmente em Portugal.
Saindo de Vila da Luz em direcção a Oeste, fomos almoçar a Burgau. Esta é uma aldeia de pescadores pendurada na encosta, muitíssimo sossegada e com um pedacinho de praia bem simpática!
Seguindo caminho, sempre em direcção a oeste, visitamos o forte de Almádena e as praias de Cabanas Velhas, Boca do Rio e Salema. Se as duas primeiras são pequeníssimas baias de pedras roladas, a última tem uma boa extensão de areia, e talvez por isso, é um local mais próximo daquilo que é o Algarve actual, com muitas habitações descaracterizadas e até alguns prédios. No entanto, e apesar da pressão urbanística, Salema mantém ainda algum carácter talvez devido aos pescadores que ai têm a sua base. Como já tínhamos saudades de enfiar os pés na areia acabamos por percorrer todo o areal e aproveitar para jogar a uma espécie de pelota com calhaus rolados.
Como o fim do dia se aproximava seguimos para a praia da Figueira. Sem ter nada a ver, esta praia fez me lembrar aquela que talvez será a minha praia favorita no Algarve, a praia do Barril, na ilha de Tavira. Quem conhece esta praia decerto que se lembrará do belo esticão que temos que dar para lá chegar. Esta praia, da Figueira, é igual, mas sem o comboio para os preguiçosos! Ainda são uns belos 15 minutos de caminhada por entre campos até à praia, mas compensa. 
Logo de seguida uma praia surpresa, pois não vem assinalada nos guias. A praia das Furnas. O caminho para a praia obriga a algum fora de estrada, ligeiro para o nosso bolinhas, mas talvez não tanto para o Volkswagen Scirocco que nos procedeu. Esta praia tem umas pequenas grutas bem românticas, enaltecidas pela cor do sol que entretanto se começava a pôr. 
Já sem sol ainda visitamos a praia do Zavial e terminamos o primeiro dia de exploração na belíssima praia da Ingrina, sentados na esplanada com um “pneu”. Pneu, como a “Mais Que Tudo” teve que explicar ao funcionário é águas das pedras com uma rodela de limão e açúcar…
Rumamos em direcção ao parque de campismo onde jantamos umas “noodles”, bem razoáveis para o trabalho que (não) deram a fazer, à luz da lanterna e sob o relento que já se começava a sentir. Acabamos o dia com uma visita nocturna à Vila da Luz.

Bem… Como o texto já está muito extenso, continuo a descrição no próximo post!
 

chapado por O homem das obras às 21:12
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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009
Já ai está o Carnaval...

Este ano, em vez da confusão dos corsos e desfiles carnavalescos, eu e a "Mais Que Tudo" decidimos rumar a sul e gozar de uns diazitos de descanso, e aproveitar as tréguas que o S. Pedro resolveu dar à chuva. O único senão é que, como a crise anda ai, vamos acampar! Vamos levar a nossa tenda 2 segundos, os nossos sacos camas aptos para temperaturas apartir de 6 graus... e um adredão, não vá às vezes estar demasiado frio!

 

Quarta feira conto os pormenores...

 

Bom Carnaval!

chapado por O homem das obras às 23:37
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Domingo, 26 de Outubro de 2008
Férias - Porto/Paris

A nossa aventura começou tarde! Saímos para a estrada passava das 12:30. Almoçamos (ou será lanchamos) à beira da estrada, já em Espanha, ainda antes de Puebla de Sanabria. Como começamos tarde, decidimos pernoitar mais perto do que o planeado. Assim, paramos em Burgos, no Camping "Fuentes Blancas", um parque de 4*, limpo e sossegado. Material instalado (maravilha a tenda Quechua) fomos até à cidade para ver as vistas e comer umas "tapas". Burgos foi uma agradável surpresa. Uma cidade de média dimensão, atravessada por um rio, o que implica muitas (e belíssimas) pontes que fazem a passagem entre os dois lados. Em Burgos, para alem das características ruas e ruelas, ainda visitamos a sua catedral. Terminamos o dia num restaurante típico a satisfazer o apetite.

 

 

No segundo dia, depois de uma noite bem dormida saímos de Burgos pelas dez horas. O céu mais cinzentão e a temperatura amena ajudavam à viagem, com pé mais leve no acelerador devido aos radares. A paisagem mantinha-se, planícies a perder de vista, e só mais perto da fronteira se alterou. Almoçamos perto de San Sebastian. Logo após, aproveitamos para reabastecer de combustível, e em boa hora o fîzemos, pois em França o preço do gasóleo está altíssimo. Como as horas iam passando, o nosso objectivo de chegar a Paris ao segundo dia tornava -se impossível. Assim optámos por ficar num parque na zona de Bordeaux. Optámos pela zona de Pyla-Sur-Mer. Para lá chegarmos tivemos que enfrentar um enorme engarrafamento pois entretanto começou a chover e havia muitos franceses a sair da praia. Pelo caminho ainda paramos numa loja Decathlon para nos tentarmos preparar para a chuva. Chegados a Arcachon, porque não demos com Pyla-Sur-Mer, tivemos que montar o material debaixo de uma chuva muito chata. Tudo pronto, aproveitamos para conhecer a zona. Arcachon, e as suas imediações, é uma zona de praia muito pitoresca com muitas vivendas de luxo. Durante a visita à igreja, fomos abordados por uma rapariga local. Como ela não falava inglês tivemos que nos entender em francês. Sem grande dificuldade conseguimos perceber que, como estávamos nas vésperas do feriado de N. Sra. Da Assunção, iria decorrer ali uma grande procissão, para a qual estávamos a ser convidados. Declinamos o convite e continuamos o nosso passeio. Depois da visita à zona voltamos para o parque aproveitando uma aberta no tempo para preparar o jantar. O parque, apesar de ser de 3*, tem umas instalações sanitárias fraquitas. Primeiro porque são bastante desabrigadas, o que tendo em conta o tempo que se fazia sentir era muito desagradável. Depois porque são mistas, o que causa algum constrangimento. Já durante a noite desabou sobre a zona um enorme temporal com muita chuva e trovoada. Apesar do receio, o material mostrou-se à altura, e apesar do dilúvio no exterior, dentro da tenda estava tudo sequinho.

 

 

Neste dia é que ia ser… A chegada a Paris! Acordamos com um belo mas pouco firme sol. Aproveitamos para arrumar o material, secando a tenda o melhor possível, voltando à estrada rapidamente. Apesar de ameaçar, não apanhamos mais chuva. Por volta da hora de almoço desviamos pelo centro de Tours, uma cidade pequena mas simpática. Como não demos com um restaurante aberto que fosse ao nosso gosto voltamos à auto-estrada e acabamos por almoçar numa estação de serviço. Aí pudemos confirmar a quantidade de famílias muçulmanas que iam também em viagem. Estas distinguiam-se quer pelos trajes típicos das mulheres, quer pelos carros carregados com grandes "trouxas" em cima do tejadilho. Seguindo viagem, já só perto do final da tarde é que, finalmente, avistamos Paris com a sua característica Tour Eiffell ao longe. Após uns enganositos chegamos finalmente ao parque de campismo "Bois de Bologne". No portão do parque estava afixada a "temida" placa de parque completo. Um aborrecimento porque tínhamos que procurar outro parque e uma chatice porque, excepto este, o parque mais próximo de Paris fica a mais de 50km o que ia tornar as visitas à cidade luz muito mais aborrecidas. A “Mais Que Tudo”, contudo, não se importou com o sinal e foi tentar arranjar um cantinho para montarmos a tenda. E arranjou! Apertado e num lugar onde não podíamos ter electricidade, mas que importa? Tínhamos lugar no parque do centro de Paris. Se quiséssemos electricidade, no dia seguinte teríamos que tornar a mudar o material. Por nós tudo bem! Fomos então montar o material no nosso lugar provisório e aproveitar para descansar um pouco. Não havia pressa de visitar Paris, agora que tínhamos finalmente chegado, que estávamos tão perto e tínhamos diversos dias pela frente destinados só a esse desígnio, bem que nos podíamos dar ao luxo de descansar um pouco. Já à noite aproveitamos para dar uma volta pelo parque e desmoer o jantar. Pudemos confirmar a sua excelente localização. Se por um lado faz parte de um dos pulmões da cidade de Paris, por outro confronta com o rio Sena e as suas características "moradias" flutuantes. Ainda durante este passeio pudemos confirmar que, contrariamente ao que supúnhamos, não fomos os únicos portugueses a fazermo-nos à estrada a caminho de Paris, já que no parque estavam acampados pelo menos mais três grupos lusos. Entretanto a “Mais Que Tudo" ”lembrou-se que tinha as baterias da máquina fotográfica descarregadas, pelo que tivemos que ir para a zona das tábuas de passar a ferro fazer tempo enquanto a bateria ia carregando.

chapado por O homem das obras às 23:45
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Ài as férias...

Agora que já estou, de novo, em ritmo de trabalho (finalmente!) lembrei-me deste meu espaço on-line... As férias têm destas coisas, um gajo com a boa vida até se esquece que criou um blog mesmo, mesmo, no dia antes de partir de viagem...


Olhando dois meses para trás (já passaram dois meses?), de facto, a vida é realmente boa quando se está de férias! Não se tem horários, preocupações, e o melhor de tudo, o estupor do telemóvel cala-se por duas semanas! Cala-se porque me obrigo a desliga-lo, porque de outra forma o dito fartava-se de "berrar" por atenção. Ainda bem que este ano tinha a desculpa de estar fora do país e do preço do roaming continuar pela hora da morte, apesar de todas as intervenções da UE no sentido de baixar os preços.


Adiante... Férias são férias, e à que as aproveitar. Ficar em casa só é hipótese em caso de catástrofe total nas finanças caseiras, o que, apesar da crise que por ai vai, ainda não aconteceu... Ainda assim, o dinheiro não abunda, e portanto, férias com direito a viagem de avião, hotel e vidinha de rei estava totalmente posta de parte. Assim, este ano ia ser "vá para fora cá dentro". Comecei a procurar apartamentos para ficar no "Allgarve", mas mil euros por um T0 a milhas da praia, nem pensar... Campismo, só se fosse no Alentejo, mas também não me apetecia...

 

Entretanto, no meio de todas as indecisões, um dia em conversa com a minha "Mais Que Tudo", falávamos sobre uma aluna que se fartava de viajar pela Europa e não gastava assim tanto dinheiro. Cabecinha pensadora... Agarrei-me à calculadora e ao maps.google.com e comecei a arquitectar uma possível voltinha pela Europa… Paris… Nunca lá tinha ido… Aproximadamente 3000km. Na bolinhas da "Mais Que Tudo", que gasta menos 5l/100km dava 200 euros para gasóleo, mais 100 euros para portagens. Se ficássemos em parques de campismo, gastaríamos em duas semanas cerca de 450 euros. Tinha que adicionar o custo de uma Quechua daquelas de montagem instantânea, mais 60euros, e íamos para a Europa :-) pela módica quantia de 800 euros…

Na primeira exposição obtive um sonoro...


- E praia? - Perguntou a “Mais Que Tudo”…
- Espera ai! – Respondi. E lá fui ver quanto ficaria fazer um desvio pelo sul de Espanha. Só mais 600Km! Fixe!!!

 

Propus-lhe as minhas ideias, Porto – Paris – Barcelona – Porto, aproximadamente 3.800km, menos de 900 euros para a deslocações e estadias, 15 dias de aventura pela Europa fora… Não demorou muito a decidir-se…
- Vamos?

 


sinto-me: Com saudades de preguiçar
música: Summer of love - The Beach Boy's
chapado por O homem das obras às 21:34
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